Aterro sanitário e cooperativa são destaques em congresso nacional

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Modelo implantado mereceu destaque

Fechamento do lixão, localização do espaço para o aterro sanitário, organização dos catadores que atuavam no lixão em cooperativa e dar à eles apoio financeiro, motivacional e psicológico e implantar a coleta seletiva no município. Todas essas ações fazem parte do projeto elaborado pelo diretor técnico do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Hermes Ávila, apresentado no 48º Congresso Nacional de Saneamento da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae).
O projeto conta toda a trajetória e os meios encontrados pelos órgãos públicos envolvidos para a efetivar a instalação do aterro sanitário no município. Esse foi um dos poucos projetos que conseguiram êxito na implantação do aterro e manejo correto dos resíduos sólidos, com destaque para o apoio às famílias que vivem no lixão. “Tivemos uma experiência exitosa nessa transição. Estamos na frente, enquanto mais de 3.000 municípios brasileiros ainda possuem dificuldades para executar o mesmo trabalho”, ressaltou Hermes Ávila.
“Sabemos da importância da contribuição de entidades públicas para a implantação de políticas que beneficiam a população. Iniciamos um movimento humanizado com as famílias que viviam no lixão, proporcionando um ambiente seguro de trabalho. Foi construído o aterro sanitário, com estrutura e maquinários adequados para então implantarmos a coleta seletiva. Os resultados estão começando a aparecer”, explica o engenheiro.
Todo o projeto foi elaborado e executado atendendo as exigências das regulamentações nacionais a respeito dos resíduos sólidos gerados nos municípios.

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