PMDB pode acabar sozinho

Image: A TribunaMT
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A indecisão e demora da cúpula do PMDB, em definir candidatura majoritária ou composição para as eleições municipais em Rondonópolis, poderá fazer com que o partido acabe ficando sozinho.
Assediado por Rogério Salles (PSDB) para que se junte à sua campanha a Prefeito, o partido comandado em Mato Grosso, pelo deputado federal Carlos Bezerra, reluta em se definir.
Aval da cúpula
A cúpula do PSDB já deu seu aval para que o cargo de vice de Rogério na chapa majoritária, seja preenchida ou pelo vereador peemedebista Adonias Fernandes, ou pela esposa do deputado estadual Zé Carlos do Pátio (SD), a professora Neuma Morais.
Entretanto o “x” da questão não está no cargo de vice, mas sim no do cabeça de chapa, o atual vice-prefeito Rogério Salles.
Em termos de voto, Rogério é um nome que não decola, que não usufrui da simpatia do eleitorado, mesmo que integrantes do PSDB destaquem os números da sua votação para Senador, nas últimas eleições.
Uma coisa é uma coisa e outra coisa, é outra coisa
Wellington Fagundes (PR), por exemplo, com o invejável currículo de seis mandatos como deputado federal e atualmente cumprindo mandato de Senador, se lançou duas vezes à Prefeitura de Rondonópolis, mas não logrou êxito.
Igualmente, Rogério pode ter votos lá fora. Mas em Rondonópolis, a coisa muda de figura.
Dobradinha de novos

Foto: Secom CMR
Foto: Secom CMR

Tanto PSDB como o PMDB, parecem navegar ao sabor das vontades e das vaidades de seus “caciques”, que mesmo com o País vivendo novos tempos e ansiando por mudanças, preferem seguir o caminho de sempre, o da mesmice (ou quase) na indicação dos candidatos majoritários.
Isso fica evidente, por ambos os partidos deixarem de prestigiar e dar vez a nomes novos para disputarem o Poder Executivo, como é o caso dos vereadores Rodrigo Lugli (PSDB), o Rodrigo da Zaeli, e Adonias Fernandes ou o também vereador Dr. Manoel (ambos do PMDB), que poderiam compor uma dobradinha às eleições majoritárias, saindo tanto um quanto o outro, como cabeça de chapa.
Lamentável que os “caciques” não caíram na real e insistam na velha e desgastada fórmula de impor as suas vontades.
E vaidades, também.
Voto não se transfere

Foto: Assessoria
Foto: Assessoria

Insistem comigo também, que o apoio do ex-prefeito e deputado federal Adilton Sachetti (PSB) a Rogério Salles, fará a diferença.
Eu não acredito, pois voto não se transfere.
E também há um quesito muito importante e imprescindível em qualquer eleição, que esquecem fácil: a militância partidária.
E, até onde eu saiba, o PSB não usufrui desta prerrogativa essencial.
Militância têm o PMDB (apesar da debandada de muitos tradicionais, no passado) e o PPS, que aglutinam forças entre os filiados, em qualquer eleição.
Dr Helio no lugar de Ibrahim
No tocante ao PSD, o vereador Ibrahim Zaher – em decorrência de grave problema de saúde – desistiu esta semana de concorrer a Prefeito, dando lugar a seu colega de Legislativo, Helio Pichioni, o Dr. Helio.
Por se dar às portas do início da campanha e por falta de tempo hábil, a substituição deixa o PSD, em situação complicada, no tocante a ambicionar lograr êxito na eleição majoritária.
Reunião com Medeiros
Provavelmente diante da substituição de última hora, o PSD some forças com Rogério Salles, num chapão de partidos.
Nesse sentido, na tarde de ontem houve uma reunião na casa do senador José Antônio Medeiros, no bairro Monte Líbano, onde estiveram presentes os vereadores Milton Mutum (presidente do diretório municipal), Helio Pichioni, Ibrahim Zaher, Olímpio Alvis e um assessor do deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho.
A pauta teria girado em torno da substituição de Ibrahim Zaher por Helio Pichioni e também a um eventual apoio a Rogério Salles (PSDB), que esteve, rapidamente, na reunião.

Imagens:Palácio da Cidadania(Internet)/Arquivo do Blog

testeA partir de hoje, os partidos políticos poderão realizar as convenções partidárias para escolher os candidatos que vão concorrer às eleições, em outubro, para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador.
As convenções deverão ser feitas até o dia 5 de agosto, conforme a Lei 13.165/2015, conhecida como Reforma Eleitoral de 2015.
Antes, as convenções eram feitas entre os dias 10 a 30 de junho do ano eleitoral.
Em Rondonópolis, já definiram a data: o SD, no dia 02; o PSDB, no dia 04; e no dia 05, o PPS, o PR, o PMDB.
O PSD, segundo presidente do diretório municipal, vereador Milton Mutum, está para definir sua convenção, entre o dia 04 e 05.
O blog Estela Boranga comenta está mantendo contato com os demais partidos, para informar sobre a data definida para a realização das respectivas convenções.
Imagem: Internet

Sem-TÃ-tulo-1-1-2Na última segunda-feira, Percival Santos Muniz (PPS), prefeito de Rondonópolis (MT), foi condenado em mais uma ação por improbidade administrativa, desta vez pelo colegiado da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Isto quer dizer, em Segunda Instância.
Imediatamente, seus conhecidos defensores declararam que a defesa de Percival deverá entrar com recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob a alegação de que ele não se enquadra na Lei da Ficha Limpa, não teve suspensão de direitos políticos e não está inelegível, podendo disputar a reeleição.
Ora, eu pergunto: se a ação foi encaminhada pelo Ministério Público Estadual (MPE) por improbidade administrativa com reparação de danos (leia-se, ao Erário), precisa de comprovação ainda, de que o ato praticado tenha causado lesão ao patrimônio público e resultado em enriquecimento ilícito?
Mais claro do que isto não precisa estar, já que a Lei Complementar n° 135/2010, a chamada Lei da Ficha Limpa, torna inelegível por oito anos um candidato que tiver o mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado (com mais de um juiz), mesmo que ainda exista a possibilidade de recursos.
Tire suas conclusões
Para que se possa entender melhor o caso, Percival, mais quatro pessoas e duas empresas eram investigados pelo MPE, por denúncia de irregularidades na contratação das empresas, que prestaram serviços à Prefeitura de Rondonópolis no carnaval Rondofolia de 2001.
Conforme o MPE, além da desvantagem econômica causada com a contratação das duas empresas para a realização de um serviço que poderia ter sido executado por apenas uma, houve fraude na licitação na modalidade convite que ensejou a contratação da empresa MM. Araújo –ME para a prestação de serviços especializados em infraestrutura no carnaval de 2001, no valor de R$ 63,8 mil.
Na denúncia o MPE assinala ainda, que a seleção prévia das outras empresas convidadas para a licitação, foi realizada meramente com o intuito de atender interesses “subjetivos” de integrantes da administração pública, em um jogo de “cartas marcadas”.
No pedido de reforma da sentença, o MPE alega que ficou comprovado que a Carta Convite nº 06/2001, aberta para a contratação de empresas para prestarem serviços no carnaval de 2001, “foi direcionada à firma vencedora MM. Araújo – ME e que não foi dado integral cumprimento ao correspondente contrato celebrado, pois, além de a estrutura do palco utilizado para o evento pertencer a José Márcio, coordenador de eventos da prefeitura, o transporte, a montagem e a desmontagem dos equipamentos foram executados por servidores públicos municipais e com veículos pertencentes à prefeitura, ofendendo, assim, os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e lealdade à instituição e causando lesão ao erário e indevido enriquecimento sem causa da empresa vencedora do certame”.
Com todas as colocações do MPE e condenação pelo órgão colegiado, mesmo assim querem fazer crer que Percival não é passível de ficar inelegível?
Querem “miguelar” quem?
Ah, só para lembrar: cargo de Prefeito, não tem foro privilegiado!

Imagem: Internet

whatsAppO presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, suspendeu, agora à tarde, decisão do juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias (RJ) e determinou o imediato restabelecimento do serviço de mensagens do aplicativo Whatsapp.
Não há previsão de quanto tempo levará para o aplicativo voltar a funcionar. Mas, por volta das 17h50, usuários de São Paulo já relatavam que o serviço tinha voltado a operar.
Ao final da manhã de hoje, as empresas de telefonia receberam uma notificação para bloquear o aplicativo depois de o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, se recusara a cumprir uma decisão judicial e fornecer informações para uma investigação policial.
Para o presidente do Supremo, o bloqueio foi uma medida desproporcional porque o WhatsApp é usado de forma abrangente, inclusive para intimações judiciais, e fere a segurança jurídica.
Na decisão, Lewandowski destacou que o entendimento da juíza do Rio foi “pouco razoável e desproporcional” porque deixou milhões de brasileiros sem o meio de comunicação.
O ministro destacou que o Marco Civil da Internet tem como princípio a garantia da liberdade de expressão e comunicação. E afirmou que a lei tem preocupação com a segurança e com a funcionalidade da rede.
O presidente do Supremo considerou que as mensagens instantâneas têm grande impacto na vida dos cidadãos e que a própria juíza do Rio destacou que o WhatsApp tem mais de 1 bilhão de usuários no mundo – o Brasil é o segundo país com mais usuários.
Lewandowski disse que, ao tomar a decisão, não entrou no debate sobre a obrigação de a empresa fornecer informações requisitadas por autoridades.
Da redação com G1 Brasília

whatsAppPela quarta vez, a Justiça manda bloquear o aplicativo, em todo o País
Ao final da manhã de hoje, a Justiça do Rio de Janeiro determinou o bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil.
Uma notificação foi enviada para as empresas de telefonia, após o Facebook se recusar a cumprir uma decisão judicial e fornecer informações para uma investigação policial.
A decisão tomada pela juíza Daniela Barbosa manda as operadoras suspenderem o acesso imediatamente.

Segundo a GloboNews, as provedoras de conexão foram notificadas da decisão por volta das 11h30. O bloqueio teve início as 14h30min, horário de Brasília, sem previsão de retorno da atividade.
O Facebook informou que não vai se manifestar e a assessoria do Whatsapp disse que não tem ainda uma posição sobre a decisão. Esta é a quarta vez que um tribunal decide pela suspensão do acesso ao aplicativo no Brasil. Diferentemente das outras decisões, não há um prazo definido para o retorno do serviço, assim que ele for bloqueado.
‘Impossibilidades técnicas’
Segundo Barbosa, o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, foi notificado três vezes para interceptar mensagens que seriam usadas em uma investigação policial em Caxias, na Baixada Fluminense. A juíza acrescentou que a empresa respondeu através de e-mail, com perguntas em inglês, “como se esta fosse a língua oficial deste país” e tratou o Brasil “como uma republiqueta”. O Whatsapp diz não cumprir a decisão “por impossibilidades técnicas”.
Segundo a decisão, o que se pede é “a desabilitação da chave de criptografia, com a interceptação do fluxo de dados, com o desvio em tempo real em uma das formas sugeridas pelo MP, além do encaminhamento das mensagens já recebidas pelo usuário (…) antes de implementada a criptografia.”
O bloqueio anterior do Whatsapp foi em maio de 2016. Outro bloqueio aconteceu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal.O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
Bloqueio em maio
A investigação que culminou no bloqueio em maio foi iniciada após uma apreensão de drogas na cidade de Lagarto, a 75 km de Aracaju. O juiz Marcel Montalvão pediu em novembro de 2015 que o Facebook informasse o nome dos usuários de uma conta no WhatsApp em que informações sobre drogas eram trocadas. As informações desse processo corriam em segredo de Justiça.
Segundo o delegado Aldo Amorim, membro da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal em Brasília, a investigação foi iniciada em 2015 e esbarrou na necessidade informações relacionadas às trocas de mensagens via WhatsApp, que foram solicitadas ao Facebook. A empresa não cumpriu a decisão.
Com informações: G1 SP e RJ

Sem-TÃ-tulo-1-1-2O atual vice-prefeito de Rondonópolis, Rogério Salles (PSDB) foi confirmado em definitivo, na reunião do partido na noite de ontem como pré-candidato a Prefeito, depois de ter sido aventada sua substituição por Rodrigo Lugli, o Rodrigo da Zaeli, que deve mesmo, concorrer à reeleição como vereador.
Neuma Morais
Outra confirmação pode sair ainda hoje: a professora Neuma Morais, esposa do deputado estadual José Carlos Junqueira de Araújo (SD), o Zé do Pátio, pode ser a vice de Rogério, na chapa que deve contar com apoio do atual prefeito Percival Santos Muniz (PPS). Para tanto, Rogério e Zé Carlos devem conversar sobre a dobradinha, até o final da  tarde.
Com isso, Zé Carlos e Percival – às voltas com ação de improbidade administrativa – saem definitivamente da disputa.
Percival
Percival, segundo informações, além das ações na Justiça, também estaria sendo afetado por um grave problema de saúde decorrente do tabagismo, que lhe tem exigido rigoroso tratamento em Cuiabá e em São Paulo, e que lhe impediria, caso estivesse apto pela Justiça, de concorrer à Prefeitura novamente, como era seu propósito.
Percival inclusive, já teria convencionado com o governador Pedro Taques (PSDB) seu apoio a Rogério Salles, em troca de apoio ao grupo do PPS para as proporcionais.
PSD
Rogério não contaria com a participação do PSD, que deve insistir na candidatura a Prefeito do atual vereador Ibrahim Zaher, provavelmente com apoio do PMDB (que indicaria seu vice e vice-versa), uma vez que a determinação da nacional do PSDB é contrária a coligações com o partido de Carlos Bezerra.
Resta saber qual candidatura será apoiada pelo PR, PP e PSB, que pelo peso eleitoral poderão ser o fiel da balança, na disputa ao Palácio da Cidadania.

2016Conforme a Lei das Eleições (Lei 9504/1997), a partir de amanhã (20) os processos eleitorais terão prioridade de tramitação e julgamento para a participação do Ministério Público e dos juízes de todas as justiças e instâncias. São exceção apenas os processos de habeas corpus e mandado de segurança.
A lei estabelece ainda que essas autoridades, a partir dessa data, não podem deixar de cumprir a determinação em razão do exercício das suas funções regulares. O descumprimento constitui crime de responsabilidade e será objeto de anotação funcional para efeito de promoção na carreira.
Para a apuração dos delitos eleitorais, a Justiça Eleitoral contará com o auxílio das polícias judiciárias, dos órgãos da receita federal, estadual e municipal e dos demais tribunais e órgãos de contas. Os órgãos da administração pública poderão ser solicitados a fornecer informações na área de sua competência e ceder funcionários no período de três meses antes a três meses depois de cada eleição.
Os advogados dos candidatos, partidos e coligações serão notificados sobre os processos pela Justiça Eleitoral com antecedência mínima de 24 horas. Nos tribunais eleitorais, os advogados serão intimados para os processos que não tratem sobre a cassação do registro ou do diploma por meio da publicação de edital eletrônico publicado na página do respectivo tribunal na internet.
Com informações: TSE
Imagem: Internet

Sem-Título-1-20-392x272A partir da próxima segunda-feira (25), os mutuários da Caixa Econômica Federal poderão financiar imóveis de até R$ 3 milhões, o dobro do limite de financiamento em vigor até agora, de R$ 1,5 milhão.
A mudança foi anunciada hoje (18) pela instituição financeira e afeta somente operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Essa modalidade de crédito financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Além de aumentar o limite de crédito, a Caixa anunciou que passará a financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do SFI. A cota de financiamento para imóveis usados subiu de 60% para 70% do valor total. Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%.
Nas operações contratadas com interveniente quitante, nas quais haverá quitação de financiamento com outra instituição financeira, a cota de financiamento subirá de 50% para 70%. Até o início do ano passado, a Caixa financiava 70% dos imóveis adquiridos pelo SFI. O teto caiu para 40% em maio de 2015 e tinha sido reajustado para 60% em março deste ano.
Perfil
Em nota, o banco confirmou que estuda a personalização dos juros e das cotas de financiamento conforme o perfil do cliente, mas esclareceu que esse modelo ainda não tem data para entrar em vigor. “A Caixa esclarece que o novo modelo de concessão de crédito, que levará em consideração aspectos de perfil do cliente como rating ou menor quota de financiamento, ainda está em estudo e não tem previsão de data de lançamento”, destacou a instituição financeira.
As mudanças de hoje não afetam as operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia a compra de imóveis de até R$ 750 mil em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Distrito Federal e de até R$ 650 mil nas demais localidades do país. O SFH financia imóveis com recursos da poupança e do FGTS. O SFI financia unidades de maior valor, com recursos de fundos de pensão, fundos de renda fixa, companhias seguradoras e bancos de investimento.

Sem-Título-1-22-390x205Em contato com o secretário Municipal de Administração, Adnan Zagatto, na manhã do último sábado, ele disse ao blog Estela Boranga comenta, que a homologação do Concurso Público da Prefeitura de Rondonópolis, aguarda pela conclusão dos recursos interpostos, no tocante às provas discursivas para as vagas de Procurador Jurídico.
Segundo ele, após a análise e conclusão dos recursos pela organizadora do concurso, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), os resultados finais do certame deverão ser homologados na próxima quarta-feira, dia 20, com a publicação no Diorondon – Diário Oficial do município.
Imagem: Internet

Sem-Título-1-21-392x272
imagem: G1 Santos

Felipe de Jesus Soares Araujo, de 32 anos, é suspeito de espancar seu próprio filho, Rafael, de cinco anos, após o garoto se recusar a comer. O crime aconteceu na noite da última sexta-feira (15) em Peruíbe, litoral de São Paulo, e o homem fugiu após a Polícia Militar ser acionada.
O criminoso entrou em contato com a família da mãe do garoto, no fim de semana, e disse que não iria se entregar, pois está com “medo de morrer”.
Segundo familiares, Felipe afirmou várias vezes que não gostava do filho e tinha um comportamento violento, o que deixava a mãe do menino com medo para se separar dele.
Compartilhem para que o criminoso possa ser localizado e preso pela polícia.
Com informações