Bolsonaro se ufana na terra do Tio Sam

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Discurso destoa do que pensa a maioria do povo
(Alan Santos/PR)

No jantar de ontem à noite, oferecido (às nossas custas, é óbvio) pelo embaixador brasileiro em Washington, Sergio Amaral, a Jair Bolsonaro e comitiva, o ex-capitão do Exército disse que se a diplomacia não dá certo, têm as Forças Armadas (assista ao vídeo, no final da matéria), o que, nas entrelinhas pode até ser entendido como ameaça, caso pretendam movimentos que possam se colocar contra o seu governo (ou seria desgoverno?).
Na sequência, Bolsonaro ressaltou: “Eu sempre sonhei (sic) foi libertar o Brasil da ideologia nefasta de esquerda, citando como um de seus grandes inspiradores, o astrólogo e filósofo Olavo de Carvalho, que estava sentado à sua direita, na mesa da babação dos conservadores, citando ainda que a Olavo, devia grande parte da revolução que o Brasil está vivendo.
Entre Olavo de Carvalho e o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon, provável mentor do esquema de fake news que assolou as redes sociais durante a campanha presidencial no Brasil, Bolsonaro lembrou que quando resolveu se candidatar a presidente (com as “bênçãos” do então Comandante do Exército, general Villas Boas), nem sua esposa acreditava. “A minha campanha foi em cima do preceito bíblico “Conhecereis a verdade, que a verdade vos libertará”, enfatizou.
Precisa se fazer considerações, a respeito?
Foto: Alan Santos/Presidência da República


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