Caso suspeito de coronavírus é descartado

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Caso suspeito foi acompanhado no HR

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) descartou ontem que a paciente de 34 anos, internada na quinta-feira (06) deste mês no Hospital Regional Irmã Elza Giovanella, em Rondonópolis, esteja infectada pelo coronavírus.
A suspeita de contaminação recaiu sobre a mulher, em razão dela ter apresentado sintomas de gripe, depois de ter retornado de uma viagem à Ásia, no dia 05.
Conduzida de imediato ao Hospital Regional pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ela permaneceu em ala isolada, com acompanhamento por um infectologista e cujo quadro clínico não registrou os critérios do Ministério da Saúde (MS) que confirmam a contaminação pelo coronavírus, tendo sido constatado que era somente uma crise respiratória comum em casos gripais normais.
De acordo com o protocolos do MS e da Organização Mundial da Saúde (OMS), são considerados três situações, para que casos suspeitos passem a positivos:
Situação 1 – febre + pelo menos um sinal ou sintoma respiratório + histórico de viagem para área com transmissão local, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas;
Situação 2 – febre + pelo menos um sinal ou sintoma respiratório + contato próximo de caso suspeito para o novo coronavírus nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas;
Situação 3 – febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório + contato próximo de caso confirmado de novo coronavírus em laboratório, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.
Dicas para evitar o contágio
Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
Realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente; Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
Manter os ambientes bem ventilados;
Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.
(Da Redação com Ascom/SES)


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