Condomínio Minha Casa Minha Vida
(Imagem: Ilustrativa)

A Prefeitura de Rondonópolis avança em mais conforto e modernidade, além de segurança, com o lançamento amanhã, de mais um residencial para famílias de baixa renda, com financiamento do Programa Minha Casa, Minha Vida, que se diferenciará dos padrões adotados até agora.
Trata-se do Residencial Melchíades Figueiredo Miranda, que será dividido em condomínios – sendo dois abertos e um fechado-, a ser disponibilizado para 1.500 famílias rondonopolitanas.
O novo residencial será construído na região do bairro Dona Neuma e o modelo de cadastramento e financiamento serão os mesmos adotados pelo programa Minha Casa Minha Vida, restritos a famílias com renda salarial de 1.500 a 5 mil reais.
As novas moradias serão construídas com recursos do governo federal, por meio do Ministério das Cidades, num investimento da ordem de R$ 180 milhões.
O lançamento do projeto vai acontecer amanhã, às 8 horas na sala de reuniões do Gabinete do Prefeito José Carlos do Pátio (SD), com a presença do superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF) em Mato Grosso, Moacyr do Espírito Santo, dentre outras autoridades e convidados.

Ao ministro, foi solicitada a continuidade do Celina Bezerra

Durante as comemorações do aniversário de Várzea Grande hoje, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (SD), se reuniu com o Ministro das Cidades, Bruno Araújo, e com o vice-governador, Carlos Fávaro (PSD), em oportunidade intermediada pelo governador de Mato Grosso, Pedro Taques, pelo secretário Estadual de Cidades, Wilson Santos, e pelo deputado federal Nilson Leitão  – os três do PSDB -.
Zé Carlos estava acompanhado pelo secretário municipal de Habitação, Paulo José, e do presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Lugli (PSDB), que reforçaram as solicitações ao ministro e ao vice-governador.
Padre Miguel
Junto ao ministro, o prefeito solicitou a liberação do recurso para a finalização de obras no bairro Padre Miguel, que tiveram início em janeiro e atenderão os moradores com uma creche, um posto de saúde e um salão comunitário, além de requerido recurso para pavimentação de vários bairros, totalizando R$ 8 milhões.
Celina Bezerra

Obras estão paralisadas

Ao vice-governador, a solicitação de recursos feita foi para a retomada do Residencial Celina Bezerra, no valor de R$4 milhões para serem investidos em 1440 apartamentos e em prol dos recursos voltados aos parques ambientais.
As obras do Residencial Celina Bezerra foram iniciadas na gestão anterior do prefeito Zé Carlos do Pátio com previsão de conclusão para o final de 2015, mas não foram concluídas pelos gestores que o precederam por falta de gestão junto ao Governo Federal, ficando paralisadas.
Quando concluídas as obras, serão 4030 apartamentos que serão entregues às famílias cadastradas, as quais aguardam ansiosas para ter o seu imóvel próprio.

(Divulgação/CEF)

A Caixa Econômica Federal (CEF) suspendeu, esta semana, o financiamento da linha Pró-Cotista, que destina recursos para a aquisição de imóveis com juros menores a pessoas que têm conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o banco, os recursos disponíveis atualmente “são suficientes apenas” para atender as propostas de financiamento já recebidas pelo banco.
Por meio de nota à imprensa, a Caixa informou que a Pró-Cotista deve ser retomada nas próximas semanas, quando cerca de R$ 3 bilhões serão liberados, para complementar os recursos da modalidade. Segundo a instituição financeira, a linha não foi suspensa por causa do pagamento das contas inativas do FGTS.
“A liberação das contas inativas foi analisada e estudada, pela equipe técnica do governo federal. O saque das contas inativas por parte do trabalhador, faz parte do modelo conceitual do FGTS e não fragiliza a capacidade de investimentos, autorizados pelo Conselho Curador do FGTS, nas áreas de saneamento, infraestrutura e habitação”, disse o banco, no comunicado.
O financiamento pela linha Pró-Cotista, pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS. Também é preciso ter saldo na conta do FGTS, de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando. A taxa de juros é de 8,66% ao ano.
Fonte: Agência Brasil