A imprensa esportiva de Rondonópolis ficou mais pobre na madrugada de hoje, com o falecimento do ex-jogador de futebol, narrador e comentarista esportivo, Gilson Lustosa de Lira (Gilson Lira), por complicações de saúde, ocorrido na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, onde estava internado há vários dias.
Natural de Natal (RN), Gilson Lira (69 anos) se destacou também como escritor, tendo publicado mais de 20 livros de poesias, crônicas do dia a dia, sonetos, pensamentos e rimas, trovas e história em versos, além de educador – foi professor e diretor da Escola Estadual Marechal Dutra, em Rondonópolis e em várias escolas de Várzea Grande (MT), depois que deixou a profissão de jogador de futebol.
Trajetória
Jogador desde os 12 anos, Gilson Lira atuou nos campos por mais de 20 anos, começando sua carreira em Cachoeiras de Macacu (RJ), jogando pelo Cachoeirense, Onze Unidos, Independente e Ipê. Jogou também no Bom Jardim no campeonato Friburguense, nas categorias de base do Fluminense, e como profissional teve passagens pelo Bangu (RJ), Grêmio de Maringá (PR), Náutico (PE), Galícia (BA), ABC (RN), Grêmio Anapolino (GO), Operário de Várzea Grande (MT) e Comercial de Campo Grande (MS).

Rondonópolis
Considerado um dos principais artilheiros do futebol de Mato Grosso, na década de 70, Gilson atuou também pelo União Esporte Clube (UEC), tendo sido depois, treinador da equipe e também da Sociedade Esportiva Vila Aurora (Tigrão da Vila).
Na sua trajetória como centroavante, Gilson Lira marcou mais de 600 gols.
Gilson Lira era separado e deixa três filhos: Bárbara, Diego e Igor.
O velório será nas capelas funerárias São José, próximo ao Corpo de Bombeiros.
A Sociedade Esportiva Vila Aurora emitiu a seguinte nota de pesar, sobre o falecimento de Gilson Lira:
Nota de Pesar 
A Sociedade Esportiva Vila Aurora manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do ex-jogador Gilson Lustosa de Lira considerado um dos principais artilheiros do futebol matogrossense na década de 70. Gilson Lira, como era conhecido tinha 69 anos. Lira faleceu nesta madrugada e estava internado na UTI da Santa Casa de Rondonópolis.
Depois que deixou os campos como jogador, chegou a atuar como treinador do União Esporte Clube e Vila Aurora. Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, Gilson Lira iniciou carreira no futebol aos 12 anos em Cachoeiras de Macacu (RJ) atuou nas categorias de base do Fluminense e ainda jogou no Bangu (RJ), Grêmio de Maringá (PR), Náutico (PE), Galícia (BA), ABC (RN), Grêmio Anapolino (GO), Operário (MT) e Comercial (MS). Sendo artilheiro do Campeonato Matogrossense em 1973, 1975 e 1976.
Sociedade Esportiva Vila Aurora”.

Há três anos, Paulo já havia tido problemas cardíacos

A imprensa de Rondonópolis perde mais um de seus valores
O jornalista Paulo Mello (68), que estava internado na Unidade Coronariana da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis desde o dia 21 do mês passado, veio a óbito na madrugada de hoje.
Paulo Mello sofreu um infarto do miocárdio no dia 20 de abril e foi levado para o Hospital Regional Irmã Elza Giovanella (de alta complexidade), sendo depois transferido para a Santa Casa,  onde permaneceu sedado devido ao estado crítico que apresentava.
Ao receber socorro médico no internamento, foi constatado também, que o assessor de Comunicação da Exposul, apresentava edema pulmonar.
Há cerca de três anos, Paulo Mello sofreu uma ameaça de infarto, tendo sido internado na Santa Casa de Misericórdia, onde se reestabeleceu.
Sua transferência para Cuiabá chegou a ser cogitada, mas foi desaconselhada pelos médicos que o assistiam.
O corpo do jornalista será velado em uma das capelas mortuárias do Cemitério Municipal da Vila Aurora, a partir do meio-dia, e o sepultamento será às 17 horas, no Cemitério Parque Santa Cruz (Lourencinho).
Trajetória
Natural de Presidente Prudente (SP), Paulo residia em Rondonópolis desde 1983.
Foi diretor comercial do jornal A Tribuna, secretário de Imprensa da Câmara Municipal de Rondonópolis, por duas vezes, e há 25 anos respondia pela Assessoria de Comunicação da Exposul, colaborando imensamente para a divulgação das potencialidades agro-pecuárias do Município.
Paulo Mello deixa três filhos e quatro netos.

(Foto: A Tribuna MT)

Por volta das 6 horas da manhã de hoje, o advogado Nelson Pereira Lopes (73), veio a óbito na Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, para onde havia sido levado por familiares, na noite de ontem, após passar mal em sua residência, em decorrência de complicações estomacais.
O advogado rondonopolitano esteve internado nessa unidade hospitalar por três meses – de novembro de 2016 a janeiro deste ano-, por complicações diabéticas e problemas no aparelho digestivo, tendo sido liberado em fevereiro último e permanecia em casa, atendido por uma equipe home care.
História
Nelson Pereira Lopes nasceu no vizinho município de Poxoréo, em 1944, tendo vindo para Rondonópolis aos 15 anos de idade.
Ainda na tenra idade, Nelson passou a fazer parte da equipe da extinta Rádio Braniff (hoje Amorim Juventude) ao lado de tantos outros precursores do radialismo local, desempenhando as funções de locutor e comentarista esportivo, acumulando suas atividades na imprensa, com um emprego em uma agência bancária.
No final da década de 70 foi eleito vereador pela extinta Arena e cumpriu segundo mandato na década de 80, pelo também extinto PDS. Tão logo deixou o cargo de vereador, Nelson Pereira Lopes respondeu pela Secretaria de Comunicação do governo de Júlio Campos (hoje no DEM), no período de 1982 a 1986.
A partir de 1987, Nelson se dedicou novamente à Imprensa local, reativando a Revista Rondon que circulou até os primeiros anos da década de 90, quando criou o Jornal Rondon que circulou por 10 anos.
Paralelamente às atividades na área de Comunicação, o advogado cursava Direito, em Itapetininga (SP), vindo a se formar em 1985 e iniciando a iniciando a carreira, à qual se dedicou até sua internação na Santa Casa, no final do ano passado, tendo defendido centenas de causas jurídicas.
Rotariano há muitos anos pelo Rotary Clube Rondonópolis, Nelson Pereira Lopes foi governador do distrito 4440 por dois anos, contribuindo sobremaneira, para as atividades do clube de serviço, em solo mato-grossense.
Depois de ter contribuído para a estruturação do União Esporte Clube (UEC), Nelson participou colaborou também com a Sociedade Esportiva Vila Aurora (Tigrão), sendo muito respeitado por torcedores e dirigentes de ambas as equipes. Apesar disso, era corintiano de coração, tendo se notabilizado por circular nos finais de semana em rodas de amigos, vestindo a camiseta do Timão, sempre acompanhado de seu chapelão branco.
Nelson era casado com a professora Deyse Pimentel Lopes e pai de três filhos: Patrícia, Arthur e Leonardo.
O velório será a partir das 12 horas, na sede do Rotary Clube Rondonópolis na Vila Birigui, em frente à Santa Casa.
O horário e local do sepultamento ainda não foram definidos pela família.
Tão logo o Blog Estela Boranga comenta tenha essa informação, a matéria será atualizada.
Atualização às 17 horas:
O velório será encerrado as 09 horas amanhã, com deslocamento do féretro para o sepultamento no Cemitério Municipal da Vila Aurora.

Jornalista não resistiu e veio a óbito
(Foto: Arquivo pessoal)

A imprensa rondonopolitana amanheceu de luto pelo falecimento do jornalista Oséas Freitas (41), ocorrido na madrugada de hoje, na Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis.
Oséas esperava há cinco anos na fila por um transplante de fígado, mas devido à dificuldade de se encontrar um doador compatível, sofria crises hepáticas frequentes que se intensificaram no início deste ano, obrigando-o à internação na Santa Casa, onde chegou a ser submetido a uma cirurgia para retirada de plaquetas infecciosas do intestino.
Mesmo com a campanha desencadeada pelos colegas jornalistas, no intuito de arrecadar recursos para a viagem aérea à cidade paulista de Ribeirão Preto, onde passaria por tratamento mais específico e ao transplante de fígado no Hospital de Clínicas daquele município, devido ao seu delicado estado de saúde, Oséas não teve condições imediatas de empreender viagem, acabando por ter seu estado piorado que culminou com seu falecimento, nesta madrugada.
Ex-diretor de Jornalismo da TV Record/Rondonópolis e ocupando o cargo de assessor de Comunicação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sispmur), Oséas Freitas iria assumir a coordenação de Comunicação Social do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), na gestão do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD). Entretanto, a doença o venceu antes.
O corpo do jornalista será velado, segundo informações iniciais, na Igreja Sã Doutrina, próximo ao estádio Mané Garrincha, na Vila Itamaraty.
O Blog Estela Boranga comenta está tentando manter contato com familiares, para confirmar o local e o horário do velório, bem como sobre o sepultamento.
Tão logo tenhamos mais informações, a matéria será atualizada.
Atualizada às 09h42:
O velório está sendo na Igreja Sã Doutrina, à rua Augustinho Figueiredo, 1306, na Vila Itamaraty, próximo ao estádio Mané Garrincha.
O sepultamento será amanhã, às 09 horas, no Cemitério Municipal de Vila Aurora.
Oséas deixa a esposa Celma e a filha Karolayne.
Oséas colaborou em várias edições do Blog Estela Boranga comenta, cedendo fotos de sua autoria, para ilustrar matérias.