CNJ analisa conduta inadequada de magistrados

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(Luiz Silveira/CNJ)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) irá analisar hoje (9) à tarde, dois casos polêmicos que geraram reações no país nos últimos meses. Ambos se referem a condutas questionáveis de magistrados.
Uma, por parte da desembargadora que buscou o filho que estava preso, usando carro oficial e outra, de um juiz de Goiás, que queria que as urnas eleitorais fossem periciadas por militares.
Casos
O processo da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), é anterior ao do juiz de Goiás.
Ela foi denunciada por usar carro oficial e escolta para buscar o filho Breno Fernando Solon Borges, que estava preso no presídio de Três Lagoas – acusado de tráfico de drogas – e interná-lo em clínica psiquiátrica.
Já a segunda conduta questionável, se refere ao juiz de Formosa, em Goiás, Eduardo Luiz Rocha Cubas foi denunciado ao CNJ pela Advocacia-Geral da União (AGU). Na reclamação, a AGU pedia providências cautelares contra o juiz do Juizado Especial Federal Cível de Formosa. O magistrado foi afastado das funções por três dias.
Os dois processos estão sob relatoria do corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins.
Quantos às penalidades que ambos poderão vir a sofrer, não há definição.
Entretanto, infelizmente no Brasil, o “castigo” sempre acaba em aposentadoria compulsória!
Com Agência Brasil

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