Com as “calças na mão”

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Inquérito da PF amedronta empresários
(Ilustrativa/PF)

Depois da descoberta de que vários empresários financiaram ilegalmente a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) a Presidente, apoiando uma rede de propagação de mentiras pelo WhatsApp, o tom no meio corporativo brasileiro agora é de cautela, evitando exposição, para tentar não ser alvo de inquérito pela Polícia Federal (PF), solicitado ontem à noite  pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Dentre os empresários que “abaixaram o facho”, estão nomes como o acionista da construtora Tecnisa Meyer Nigri; Flávio Rocha, da rede Riachuelo; o dono da rede Centauro, Sebastião Bomfim; e o da locadora Localiza, Salim Mattar. Para estes, segundo o jornal Folha de S. Paulo, continua prevalecendo o temor de que a reforma trabalhista, feita por Michel Temer (MDB) e que suprimiu direitos dos trabalhadores, seja derrubada caso o candidato do campo democrático, Fernando Haddad (PT), vença o segundo turno da eleição presidencial, sendo exceção o dono da rede de lojas de departamentos Havan, Luciano Hang,.
O empresário catarinense já foi multado em R$ 10 mil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por exigir de seus funcionários que votassem em Bolsonaro, no primeiro turno. Como num desafio à Justiça Eleitoral, Hang diz ser um dos poucos que “não têm medo de dizer o que pensa”.
Com certeza, a temeridade dos empresários é a de que “otras cositas más” possam ser encontradas pela PF!
Da Redação com Brasil 247


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