Como está a questão da CoronaVac?

Vacina CoronaVac/Butantan

O atraso na aplicação de segunda dose da vacina CoronaVac, provocado, principalmente, pela não estocagem de doses para tanto durante a gestão do ex-ministro da Saúde (?), Eduardo Pazuello (que autorizou a vacinação desenfreada) e depois pelo atraso no envio de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) pela China, face aos ataques despropositados do governo brasileiro àquela nação, tem tirado o sono de quem tomou a primeira dose e ficou sem a dose de reforço, que deveria ser aplicada 28 dias após, mas que já ultrapassa mais de 30 dias de intervalo.
Já se tentou obter a resposta até junto ao Instituto Butantan e ao Ministério da Saúde, que não souberam responder a esse detalhe imprescindível e importante, nem tampouco se será necessário aumentar o número de doses ou mesmo, se começar tudo da estaca zero. Ou seja: revacinar novamente, para validar o tempo de intervalo de 28 dias.
E no meio desse vuco-vuco todo, os que se encontram nessa situação demonstram apreensão e temeridade – e com toda a razão – de que a ampliação do intervalo possa ser prejudicial, em termos de interferir na eficácia imunizatória.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Rondonópolis deveria obter informações oficiais detalhadas a respeito e emitir nota à população, para que os que aguardam a segunda dose de reforço da CoronaVac possam se situar em que pé está a questão.
E isso, no nosso entender, já deveria ter sido feito!