Correios estão em greve

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Paralisação é por tempo indeterminado

Os trabalhadores dos Correios entraram em greve nacional ontem à noite, por tempo indeterminado, por serem contrários a mudanças no plano de saúde da empresa, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).
Dentre elas, a que prevê o pagamento das mensalidades pelos funcionários e a retirada de dependentes dos contratos e o reajuste do benefício conforme a idade, que pode chegar a R$ 900,00, o que vai contra o salário médio dos servidores, que é de R$ 1.600,00.
Pauta de reinvindicações
Entre outras reivindicações, os trabalhadores são contra as alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários; a terceirização na área de tratamento; a privatização da estatal; a suspensão das férias dos trabalhadores; a extinção do diferencial de mercado e a redução do salário da área administrativa, bem como a contratação de novos funcionários por meio de concurso público, a segurança nos Correios e o fim dos planos de demissão.
A Fentect também é contra a extinção e terceirização do cargo de operador de triagem e transbordo, importante para o movimento do fluxo postal interno e o fechamento de mais de 2.500 agências próprias, por todo o Brasil, anunciado recentemente pela empresa.

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