CPI à vista

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Fabrício é amigo de longa data dos Bolsonaro
(DCM)

O desgaste do senador eleito e atual deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) não apenas macula o futuro governo com a falta de explicações sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de seu ex-assessor e ex-motorista Fabrício de Queiroz ,na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Informados de que a oposição planeja coletar assinaturas, a fim de abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para saber tintim por tintim do assunto, integrantes do Centrão – apoiadores do futuro governo – vêm cobrando esclarecimentos dos Bolsonaro, a respeito do imbroglio, os quais, por conveniência, estão mais quietos do que guri borrado nas calças, como se diz no meu Rio Grande amado.
Sem interesse
“Até agora, o Queiroz não deu uma única explicação e, estranhamente, o Moro, que vai chefiar o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e a Polícia Federal, não demonstraram interesse em investigar”, disse o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), um dos parlamentares que está apoiando a abertura da CPI.
Não queriam tudo às claras?
Então, vamos esclarecer!


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