Data para votação da cassação de Cunha está em aberto

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Eduardo_Cunha_Os aliados do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pretendem votar a cassação do parlamentar, somente depois que o processo contra a presidente afastada Dilma Rousseff, for concluído no Senado.
Ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou a leitura do processo contra Cunha para segunda-feira (8). Porém, a data da votação segue em aberto.
Segundo Maia, a prioridade é votar matérias econômicas, como o projeto que trata da renegociação das dívidas dos estados com a União e o que retira a obrigatoriedade de a Petrobras participar das licitações de exploração do pré-sal.
Apesar de negar relação com o processo de impeachment de Dilma Roussef,
Maia tentará votar a cassação ainda este mês.
Abstenções
A votação da cassação de Eduardo Cunha, se encaminha para ser recorde em abstenções, na Casa.
A estimativa é de 200 deputados não comparecerão ao plenário, para votar a cassação. Com a estratégia, aliados pretendem adiar ainda mais o processo, que foi instaurado em 3 de novembro do ano passado. O presidente da Casa já afirmou que não pautará o caso com menos de 400 parlamentares presentes. Como são necessários 257 votos para tirar seu mandato, as ausências ajudam Cunha.
Cobrança
Partidos de oposição, o PT, PCdoB, Rede e Psol cobram de Rodrigo Maia uma resposta cobre a votação do relatório de Marcos Rogério (DEM-RO), que se arrasta há mais de 10 meses.
Quando é para defender interesses deles, o lobby é sempre grande.
Com Congresso em Foco

Imagem: Terra

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