Decoração da Praça Brasil: pontos a serem esclarecidos

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Decoração da Praça Brasil, em 2013
(Foto: GazetaMT)

Esta semana, um dos assuntos que tomou conta das redes sociais em Rondonópolis, diz respeito a uma queixa registrada na 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis, pelo empresário Ambrósio Aparecido Saturno Colnago, proprietário da empresa: “Natal de Luz Decorações Natalinas e Festivas”, sediada na cidade paulista de Presidente Prudente.
Segundo o teor da queixa constante do Boletim de Ocorrência feita na terça-feira (20),  Ambrósio Colnago alega ter sido vítima de furto de materiais de iluminação e decoração de sua empresa, utilizados em anos anteriores na decoração natalina da Praça Brasil.
Um dos pontos questionáveis que caberá à Polícia Civil investigar, é que a ocorrência foi registrada como furto ou utilização indevida, já que ele não permitiu a retirada do material do pátio do barracão de uma empresa local, onde há três anos o deixava guardado.
Entretanto, Colnago não verificou previamente junto à empresa o que aconteceu e registrou o BO como furto, acusando um decorador da cidade, como principal envolvido.
Ponto obscuro
O ponto obscuro disso tudo, é quanto à acusação de uma suposta fraude na licitação da Prefeitura Municipal, da qual sua empresa foi deixada de fora e que ele afirma em comentário postado na matéria de um site local, de que “é bom os moradores ficarem de olho, pois a empresa vencedora do certame terá que colocar toda uma estrutura de decoração conforme está no edital (da Prefeitura) deste ano, pois a iluminação (decoração) é completamente diferente daquela está lá no local, e mais a empresa vencedora do certame (…….) não passa de uma Floricultura de Rondonópolis”.
Na sequência, Ambrósio Colnago cita o nome de Felipe Santos Ceriaco, segundo ele pregoeiro da licitação, “ que se diz ser o dono do mundo e é ele quem decide quem ganha e quem perde, mesmo a empresa vencedora do certame não atender se quer (sic) os requisitos do objeto do edital, em nada. Mais só eu sei o que passei naquela sala de licitação orquestrada pelo Sr. Felipe Santos Ceriaco.” No final do comentário, Colnago frisa de que “tem coisa estranha”.
Conforme veiculado nas redes sociais, o suposto contrato com a empresa vencedora seria da ordem de R$ 240 mil, quando por tabela de preços praticada para a atividade, seria de, no máximo, R$ 2,5 mil.
Portanto, fica aberta, principalmente, a questão que envolve a licitação, cujo assunto deverá merecer atenção especial da investigação policial, porque se trataria de utilização de recursos públicos, oriundos da cobrança de impostos dos contribuintes rondonopolitanos.

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um comentário

  1. sim Estela quando falo para ficarem de olho e para ficar sim, pois é muito estranho participo de licitações em todo Brasil e nunca deixei um documento faltar, não sairia de minha cidade para ser tirado fora de uma licitação por falta de documento e muito estranho após o fechamento da mesma o documento aparece em meio a outros em cima da mesa, é ou não é estranho e este rapaz que cito o nome dele o pregoeiro este sim, não deixou sequer eu conferir os documentos da outra empresa ppis ele disse quem determinava udo ali dentro era ele, muito estranho pois é de prache a gente rublicar todos os documentos ds empresa concorrente até mesmo se tiver erro a gente mostra, mais ele não aceitou e o primeiro erro que mostrei referente a floricultura, que estava nitido ali que o Cnae da empresa não era compativel com o objeto da licitação e ele disse que iria fazer uma deligencia ate a empresa no prazo de 24hs pois assim funciona com ele, é ou não é estranho, ali a empresa já não teria mais condiçoes de disputar a licitação e mesmo assim ele disse que ela esta apta a mesma é ou não é estranho, fora que a empresa não tem uma referencia de serviços prestado do objeto da licitação, jamais ela poderia estar presente ali.
    e a respeito do material que estava na Praça retirei porque era meu e foi furtado do local onde estava guardado pelo Sr. Celio Correia e ele iri sim leva um monte se eu não tivesse aparecido ai na licitação, pois eles iriam deixa a decoração que já estava instalada na praça a dias, passar pelo objeto licitado no dia 22, mesmo sabendo que não era o objeto da licitação atual, eles iao dar um belo golpe no dinheiro publico.

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