Demorô!

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Vem prá Rua no impeachment de Dilma
(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Toda e qualquer ação que tem objetivos ambíguos, pode dar certo até determinado momento, mas chega a hora em que começa degringolar e a “casa vem abaixo”.
É o que está acontecendo com o Grupo Vem prá Rua, fundado em 2014 e um dos principais defensores do impeachment de Dilma Roussef.
Na semana passada, os coordenadores do movimento Rachel Castilho e Katia Pegos, de Minas Gerais; Marco Lara – Uberlândia (MG); Alex Pereira – Florianópolis (SC); e Joana Barcellos- Vacaria (RS), encaminharam um documento à coordenação nacional, em que anunciam seu desligamento do movimento e apontam falta de transparência.
No documento, abordam o conflito de interesses entre a agendas do grupo e de Rogério Chequer, que deixou a coordenação nacional do Vem pra Rua, para disputar o governo de São Paulo pelo Partido Novo (PN), citando ainda uma reunião da “comissão de funding” (financiamento) do grupo, que teria também discutido a arrecadação da pré-campanha de Chequer.
“O encontro, fere gravamente o pilar suprapartidário do movimento. Foi marcado sem o consentimento e conhecimento dos líderes. Quando confrontamos, insistiram que estão confortáveis com esse caminho, mesmo tendo sido decidido no encontro de líderes que continuaríamos sem apoiar candidatos”, diz o texto.
Em nota, o Vem Pra Rua diz que os signatários estavam entre os 25 membros voluntários do conselho tático. Afirma, ainda, que a saída dos ativistas se deveu a discordâncias de bandeiras e políticas e foi acompanhada por ataques infundados à organização. “Reforçamos nosso compromisso público com a transparência, a ética e a atuação suprapartidária para continuar a luta por um país melhor e rechaçamos qualquer tentativa de criar factoides para atender agendas próprias”, conclui a nota.

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um comentário

  1. O medo de serem lembrados , e a vontade de se elegerem, mostram que são capazes de qualquer coisa para ganharem. Lobos com capas de cordeiros iludindo o povo sofrido!!!

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