Epidemia de H1N1

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(Portaldarmc)

Não bastasse o conturbado cenário instalado no Brasil, a população também está às voltas com a ameaça que vem de Goiás, com o aumento de casos de pacientes contaminados naquele estado com o vírus da gripe H1N1 ou influenza A, além da confirmação de que a metade dos casos registrados evoluíram para óbito.
Segundo o secretário de Saúde daquele Estado, Leonardo Vilela, dez casos da doença já foram confirmados, sendo que cinco levaram os pacientes à morte. “O Estado de Goiás caminha para ter uma epidemia de H1N1, por isso antecipamos a vacinação, que foi feita ontem (12) que é a medida profilática mais eficaz”, disse.
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES-GO), dos 10 casos confirmados, três deles foram em Rio Verde e dois em Goiânia. Cachoeira Alta, Quirinópolis, Caldas Novas, Planaltina de Goiás e Ouvidor, registraram um caso cada. Já as mortes aconteceram em Goiânia, Rio Verde, Caldas Novas, Planaltina de Goiás e Ouvidor.
Rondonópolis
Em contato com a Secretária Municipal de Saúde de Rondonópolis, Izalba Albuquerque, obtivemos a informação de que no município há o registro de um óbito suspeito ocorrido no Hospital Regional Irmã Elza Giovanella e outro caso de suspeita de contaminação, cujo paciente está internado na Santa Casa de Misericórdia.
A secretária adianta que caso seja detectado um dos sintomas (veja abaixo), a pessoa deverá procurar imediatamente uma unidade de Saúde (PSFs ou a UPA).
Sintomas
Os sintomas da gripe H1N1, são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta acima de 38º, 39º, de início repentino, tosse seca e contínua, dor muscular, de cabeça intensa, de garganta leve e nas articulações, irritação intensa nos olhos, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.
Cuidados para evitar o contágio
Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las, com produtos à base de álcool;
Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
Procurar assistência médica, se o doente pertence a um grupo de risco e se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus H1N1 da influenza tipo A. Nos outros casos, permanecer em repouso e tomar bastante líquido, para garantir a boa hidratação.

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