Ex-investigador da PJC é condenado a 4 anos de prisão

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policia civil_7O ex-investigador da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC), Hairton Borges Júnior, foi condenado, esta semana, pela juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane Arruda, , pelo crime de peculato. A pena aplicada foi de quatro anos de prisão e 60 dias multa. Porém, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas privativas de direito.

Peculato

O crime de peculato incide sobre a apropriação por parte de funcionário público, de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou privado de que tenha a posse em razão do cargo, ou desviá-lo em proveito próprio ou alheio.
O condenado foi demitido do serviço público, após um procedimento administrativo disciplinar (PAD) concluir que havia provas suficientes de que extorquia traficantes, com valores variáveis de R$ 3 mil a R$ 10 mil para fazer vistas grossas ao comércio de drogas, em bairros da periferia de Cuiabá.
A denúncia criminal foi encaminhada ao Judiciário no dia 19 de janeiro de 2012 e narra que o investigador, que era lotado na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), decidiu se apropriar indevidamente de patrimônio público.
Conforme os autos, O ex-investigador se apropriou de um rádio HT Motorola com carregador e um cilibim com cabo.
A investigação que apontou indícios do crime de peculato se deu com base em informações de um inquérito policial que apurava a suspeita de envolvimento de Hairton Borges Júnior, com o tráfico de drogas.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência, autorizado pela Justiça, policiais da Corregedoria Geral da Polícia Judiciária Civil, com o apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE), encontraram bens de propriedade da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP).

Com Folhamax

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