Falta dinheiro, diz Bolsonaro

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Não está dando conta da “batata quente”
(Arquivo/MSN)

Depois de usar R$ 926 milhões oriundos de cortes promovidos na Educação e em outras áreas  – sob o argumento de contingenciamento, que totalizaram R$ 3 bilhões –  direcionados para emendas parlamentares, na compra de votos para a aprovação da maquiavélica Reforma da Previdência; de ter gasto mais de R$ 2 milhões em cartões corporativos; e ter anunciado no final de julho um bloqueio de R$ 1,44 bilhões no Orçamento da União,  Jair Bolsonaro disse na sexta-feira (16) ao G1 Brasília, que o Exército vai trabalhar em meio expediente, além de reduzir de 80 mil para 25 mil  o número de jovens alistados, atualmente, “para economizar”.
Com cara de “cachorro na chuva”, como se diz no meu Rio Grande do Sul, Bolsonaro acrescentou na entrevista, que seus ministros estão “apavorados” com a falta de verba e que o governo está ‘tentando sobreviver’.
Vale lembrar que o bloqueio de R$ 1,44 bilhão no Orçamento da União, decorre da queda de receitas sobre o Produto Interno Bruto (PIB),  previstas para 2019.
Tropa descontente
Paralelamente, nos bastidores o “mito” tem levado muito “laçaço no lombo” por parte de militares em postos de menor graduação na estrutura hierárquica, descontentes com o PL 1645 enviado ao Congresso,  que trata da reestruturação da tropa e que prevê aumento, somente, no soldo e nas gratificações aos generais – que já ganham polpudos salários, mais outros benefícios.
A tropa promete um panelaço contra a “traição”, para a próxima semana, em frente ao Ministério da Defesa.
O leite vai derramar!


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