Mensalinho do Silval vai dar cadeia

Escrito por:
Esquema lesava os cofres estaduais
(Revista Época)

Segundo informações exclusivas recebidas pelo Blog Estela Boranga comenta, a partir de janeiro de 2019 o “tempo vai fechar” prá turma que recebia o mensalinho, denominado de “Farra da Propina” – mostrada em vídeo em reportagem do Jornal Nacional, em agosto último – durante o governo de Silval Barbosa (sem partido), entre 2010 e 2014.
Os participantes da esbórnia, vão “sentir no lombo” o peso da lei, por participarem do esquema de recebimento de propina (com flagrante mostrado no vídeo, ao final desta matéria), oriunda de desvio de recursos públicos, em troca de garantir a governabilidade e a execução do programa MT Integrado, do governo de Silval, naquele período.
Participantes
Segundo a denúncia de Silval à Justiça, foram 11 pessoas entre deputados estaduais e ex-parlamentares, os beneficiários do esquema: o atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB); o ainda deputado federal Ezequiel Fonseca (PP); Hermínio Jota Barreto (PR), falecido em acidente automobilístico na BR-364, no início de maio deste ano; Luiz Marinho (PTB); Airton Português, Gilmar Fabris e Zé Domingos (os três do PSD); Alexandre César (PT); Baiano Filho (PSDB); Antônio Azambuja (PP); e Luciane Bezerra (PSB), prefeita de Juara, que foi cassada no início de julho último.
Providências
Providências neste sentido, teriam sido pedidas há poucos dias, diretamente ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), pela juíza aposentada Selma Rosane de Arruda, eleita senadora no pleito deste ano, que quando ainda era titular da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, sentenciou em dezembro de 2017, a 13 anos e sete meses de prisão, o ex-governador Silval Barbosa, pelos crimes de concussão, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Esquema
Entre as provas de corroboração do esquema criminoso, Silval Barbosa entregou vídeos de políticos de Mato Grosso fazendo fila em seu gabinete, para encher caixas, malas e os bolsos de dinheiro.
Silval Barbosa, em seu depoimento à Justiça, afirmou ainda que cada um dos envolvidos recebia R$ 600 mil, em parcelas de R$ 50 mil mensais.
A propina tinha como origem desvios do programa de asfaltamento MT Integrado e servia para que os parlamentares não “atrapalhassem” o andamento de diversas obras e programas do governo.
Vídeo

 

Continue Lendo


Opine aqui

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *