“Mimizeiros” crucificam ministro Marco Aurélio

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Ministro virou alvo dos “mimizeiros”
(Poder360)

Os “mimizeiros” inconformados, que desde as eleições presidenciais de 2014 permanecem contaminados pelo vírus “Aécim pinochius” e azucrinam a vida de quem tem o que fazer, estão em novo ciclo de raivosismo desde a quinta-feira (22), pela liminar da defesa de Lula ter sido aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que o livrou, temporariamente, das garras de seus algozes do TRF4.
E a vítima maior dos ataques de ódio, é o ministro Marco Aurélio Mello que devido a compromisso assumido em ocasião anterior, não poderia permanecer por mais tempo na sessão do Pleno do STF, que votaria o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Lula.
Com isso, a votação foi adiada para o dia 4 de abril e a liminar aceita pelo plenário, dando condições de Lula ficar fora das garras dos desembargadores do TRF4, que julgariam dia 26 – próxima segunda-feira – os embargos de sua defesa.
Assim, a esperada prisão de Lula pelos “mimizeiros” poderia acontecer, tão logo a decisão fosse prolatada pelos três desembargadores de Porto Alegre.
Marco Aurélio Mello já havia confirmado, anteriormente, sua participação no 15º Colóquio da Academia Brasileira de Direito do Trabalho na sede da OAB, no Rio de Janeiro, no dia 22, e teria que pegar um voo às 19h40, quando foi colocado em votação o pedido de adiamento da sessão, aprovado por seis votos (Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Celso de Mello) a quatro (Edson Fachin (relator), Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e a presidente, Cármen Lúcia).
Ao discursar no evento, o ministro comentou sobre sua “crucificação” pelo adiamento da votação, dizendo: “Hoje estou sendo crucificado. Estou sendo crucificado como culpado pelo adiamento do julgamento do habeas corpus do presidente Lula, porque sou um cumpridor de compromissos”.
“Vi hoje nos jornais que estou sendo apontado como culpado, por honrar um compromisso que assumi com muita anterioridade, apontado como o causador do adiamento do processo contra o ex-presidente Lula, como se fosse para ontem o julgamento. O Supremo não tem apenas um processo, tem milhares de processos”, disse o ministro, que explicou que, caso Lula estivesse preso, o julgamento do habeas corpus teria urgência maior.
Marco Aurélio Mello afirmou que os ministros do Supremo trabalham “em uma época de patrulhamento sem igual”, feito pelos veículos de comunicação, “que é até certo ponto positivo”, e outro patrulhamento que leva em conta “a visão leiga, mediante as redes sociais. O patrulhamento é muito grande. A sociedade tem que pensar que existem homens de bem. Não pode a sociedade presumir que todos sejam salafrários, até que provem o contrário”, concluiu.
Com informações Agência Brasil

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um comentário

  1. Fiquei feliz ao ver que no STF existem ministros cristãos. Essa liminar concedida ao Lula, que irá vigorar até 04/04, nada mais é que um ato de piedade, caridade e de fé cristã. Seria muito doloroso o Lula passar a semana santa na cadeia, com certeza a ordem de prisão contra ele seria expedida pelo notável juiz Moro na próxima semana O “BON VIVANT” vai poder passar alguns dias a mais usando ternos caros, bebendo whisky de primeira e falando asneiras contra os magistrados que o estão “encurralando”, só não conseguiu dizê-las lá em Passo Fundo RS. Só lamento que algum daqueles produtores rurais não tenha acertado o traseiro do biltre com um bom pontapé.

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