O baixo nível, de quem vive nas sombras

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Árvores que dão frutos, sempre levam pedradas

O arquivamento, na segunda-feira, pelo Ministério Público Estadual (MPE), do inquérito civil número 09/2017 – que tratava de possível prática ilegal de nepotismo praticada pela gestão do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) -, contribui para coibir a velha prática de denúncias anônimas infundadas, que se valem os inconformados e também “pseudo” seres humanos de baixo nível.
O inquérito, arquivado por falta de provas consistentes, envolvia a secretária municipal de Saúde, Izalba de Albuquerque e seu esposo Éder Oliveira, assessor de gabinete de Zé Carlos do Pátio, e seu arquivamento foi solicitado pela Procuradoria Geral do Município (PGM), cuja argumentação foi a de que ambos (Izalba e Éder), não bastasse o fato de serem servidores públicos concursados, “apresentam, totalmente, capacidade técnica para exercer os referidos cargos. Além disso, a inexistência de relação hierárquica entre ambos não permite qualquer tipo de enquadramento, no crime de nepotismo”.
Eu fico perplexa com a ousadia de terceiros, que levados pelo inconformismo e pela sanha de vingança sórdida, se valem desse subterfúgio, quando o MPE tem assuntos seríssimos para investigar, como desvios de recursos, falcatruas e outras cositas más, que maus gestores praticaram.
Há cerca de dois anos atrás, eu fui envolvida num imbróglio de denúncia ao MPE, quando a Ouvidoria do órgão em Cuiabá, entrou em contato comigo, me questionando se eu, realmente, havia feito denúncias contra terceiros ao Ministério Público.
Pega de surpresa pelo fato, neguei tal procedimento – que terceiros haviam engendrado, usando meu nome.
Apesar da solicitação por escrito à Ouvidoria, até hoje não tive conhecimento sobre o teor das denúncias que teriam sido feitas, como também a quem seriam dirigidas, como se fosse eu que as tivesse feito.
O que me levou a deduzir que a Ouvidoria não deu crédito aos fatos narrados na denúncia, sobre ao que se referiam e sabe-se lá por quem, as quais creio eu, deveriam ser muito “cabeludas”.
À Izalba e ao Éder, servidores concursados íntegros e competentes do município, reafirmo o que eu sempre penso, quando me acusam injustamente ou tentam me prejudicar:  “Árvores que dão frutos, sempre levam pedradas”.

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