Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Apesar de que, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ter havido uma queda nos preços da gasolina na primeira quinzena de agosto, de 0, 82 %para 0,01%, contribuindo para uma baixa na inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), em Rondonópolis, há estabelecimentos que cobram R$ 3,31 o litro, outros R$ 3,39, chegando até em R$ 3,66.
Para uma economia maior no bolso, os proprietários de veículos devem pesquisar os preços, percorrendo os postos da cidade.
Veja a variação de preços de alguns itens, segundo a FGV, em todo o país:
Tarifa de eletricidade residencial (de -1,67% para -1,42%)
Conserto de eletrodomésticos (de 1,13% para 0,68%)
Frutas (de -0,07% para 2,43%)
Passeios e férias (de -1,51% para -1,30%)
Artigos de higiene e cuidado pessoal (de 2,58% para 1,57%)
Roupas (de 0,28% para -0,06%)
Tarifa de telefone móvel (de 1,86% para 1,30%)
Tarifa postal (3,53% para 1,44%)
Gasolina (de 0,82% para -0,01%)
Com G1 SP

Celina Foto: CLDF
Celina Leão (Foto: CLDF)

A Polícia Civil está cumprindo desde as primeiras horas da manhã de hoje, 14 mandados de busca e apreensão e 8 de condução coercitiva na Câmara Legislativa do Distrito Federal, na casa de parlamentares, servidores e ex-servidores.
A investigação policial busca apurar as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam a presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), sob suspeita de articular um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI.
Os principais alvos da operação policial são os membros da Mesa Diretora: Celina Leão, o primeiro secretário, Raimundo Ribeiro (PPS), o segundo secretário, Júlio César (PRB), e o terceiro secretário Bispo Renato Andrade (PR).
Também é alvo o deputado Cristiano Araújo (PSD). Mesmo afastados da Mesa Diretora, os distritais mantêm os mandatos. O servidor da Câmara Alexandre Braga Cerqueira, o ex-servidor Valério Neves Campos e o ex-presidente do Fundo de Saúde do DF, Ricardo Cardoso, também foram intimados a depor. Eles são suspeitos de integrar o esquema denunciado.
Extorsão
A ação policial ocorre quase uma semana depois de a corporação buscar documentos e computadores no Palácio do Buriti, em uma investigação para apurar suspeitas de extorsão contra a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.
Nos áudios feitos por Liliane, Celina fala sobre mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara, a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, o repasse acabou beneficiando deputados da Mesa Diretora.
Em entrevista exclusiva à TV Globo, Liliane detalhou parte do suposto “acordo”.
Esquema
Segundo ela, a negociação tratava de uma “sobra orçamentária” de R$ 30 milhões, destinada originalmente à reforma de escolas e unidades de saúde.
No começo de dezembro, os distritais aprovaram uma mudança no texto, direcionando o aporte para pagar dívidas do Palácio do Buriti, com prestadoras de serviço em UTIs. Pela denúncia, o esquema envolveria repasse aos deputados de 7% sobre o valor das emendas.
Celina negou irregularidades e disse que Liliane mentiu porque sente “inveja” dela. Ela também adiantou que vai encaminhar documentos ao Ministério Público, para provar que não agiu de forma ilegal na destinação de recursos de emendas parlamentares.
“A acusação é falha, porque a emenda é da deputada. A emenda é dela, da vice-presidente. Ela que propôs. Se existe ilegalidade, ela que tem que responder”, afirmou Celina. Segundo ela, o termo “projeto” se refere ao texto da emenda.
Liliane seria julgada pelo Tribunal de Justiça naquela quarta, em um processo que poderia cassar a possibilidade de ela se reeleger. A audiência foi adiada por falta de quórum. “No dia do julgamento, ela tenta criar esse circo, colocando suspeição sobre os deputados. Se ela tinha percepção de ilegalidade, por que ela propôs isso? Todo o trâmite tem que ser respondido por ela”, contrapôs a presidente.
Ação no Buriti
Na quarta-feira (17), a Polícia Civil recolheu documentos e computadores no Palácio do Buriti, em uma operação que investiga suposto esquema de pagamento de propina no governo. Foram expedidos pelo menos dez mandados de busca e apreensão.
A operação buscou documentos em casas de servidores comissionados e em salas da Secretaria de Planejamento (Seplag), divididas entre o anexo do Palácio do Buriti e o prédio da Codeplan.
A ação, em conjunto com o MP, é fruto das denúncias apresentadas pela presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, que relatou um esquema de extorsão por parte de servidores para liberar contribuições sindicais.
Em nota, a Seplag informou que em 24 de junho deste ano entregou à Polícia Civil um ofício em que descrevia denúncia sobre o suposto pagamento de propina. “Trata-se, portanto, de investigação de iniciativa do próprio governo de Brasília, uma vez que o encaminhamento da denúncia aos órgãos especializados antecede os áudios noticiados pela imprensa, o que ocorreu a partir da segunda quinzena de julho”, diz a pasta.
Com G1 DF

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Foto: Corpo de Bombeiros

Na semana passada, um incêndio consumiu totalmente um ônibus da empresa Motta – conforme mostrado na matéria do blog Estela Boranga comenta, que fazia a linha Porto Velho/São Paulo, ocorrido em um trecho da BR-364, ainda em Rondônia, cujo trajeto inclui passagem por Cuiabá e Rondonópolis.
Naquele acidente, a suspeita era de que a causa teria sido um problema mecânico em uma das rodas traseiras do veículo.
Na madrugada de ontem, mais um ônibus ficou parcialmente carbonizado – como mostra a foto -, levando a crer que o problema que originou o incêndio, possa ter sido o mesmo ou que o fogo tenha começado no motor do veículo.
Nesse episódio, um ônibus da empresa Viação Xavante que vinha de Goiânia (GO) para Cuiabá, pegou fogo quando se aproximava de Aragarças (GO), na divisa com Mato Grosso.
A exemplo do incêndio em Rondônia, este em Goiás também teve somente danos materiais e foi debelado pela ação dos bombeiros da cidade goiana.
Cabe à Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) fiscalizar as condições de uso e trafegabilidade das frotas das empresas que exploram o transporte de passageiros, no sentido de que sejam detectadas, previamente, falhas que possam vir a ser oferecer perigo aos clientes. Muitas empresas trocam a frota somente quando os veículos estão caindo aos pedaços, expondo com isso, os usuários que utilizam esse meio de transporte para viajar.
Direitos
Segundo normas da própria ANTT, sempre quando embarcar em transportes locais ou interestaduais, o passageiro tem o direito a uma viagem com atendimento pontual, segurança, higiene e conforto, do início ao fim.Caso isso não aconteça por algum motivo, o cidadão deve pedir ressarcimento pelos danos causados à empresa prestadora do serviço.
O passageiro também pode fazer uma denúncia, reclamação, sugestão na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável por regular o setor.
O que na maior parte das vezes não funciona, pela burocracia e má vontade de funcionários em atender às reclamações; problema típico do sistema federal de atendimento ao cidadão.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Um aplicativo malicioso, com brechas de segurança, poderia usar as brechas para espionar o telefone, bem como roubar dados de aplicativos, bem como senhas de bancos e mensagens trocadas em apps de conversas, como o WhatsApp.
Durante o final de semana, a empresa de segurança Checkpoint revelou a existência de um conjunto de quatro falhas em drivers usados por chips da Qualcomm em aparelhos e tablets com o sistema Android. Assim, as brechas permitem que um aplicativo tenha controle de todos os dados do aparelho e até realizar funções que não estariam disponíveis para o programa.
Com problemas de segurança, um aplicativo malicioso poderia usar as brechas para espionar o telefone, bem como roubar dados de aplicativos, bem como senhas de bancos e mensagens trocadas em apps de conversas, como o WhatsApp. A Qualcomm lidera o mercado no segmento de soluções integradas de rádio e também processamento para celulares. Os chips da Qualcomm devem estar presentes em 500 a 900 milhões de dispositivos com Android. A companhia é também responsável pelo fornecimento do driver, um software especial responsável por mediar a interação do sistema operacional com o chip.
As falhas aparecem nesse código. As atualizações já foram disponibilizadas pela empresa, no entanto, vale ressaltar que as fabricantes são responsáveis por liberarem as atualizações, com isso, pode ser que nem todos os consumidores com aparelhos vulneráveis tenham recebido. O site do Financiam Times disse que o Google informou que quatro das três brechas já estão corrigidas na atualização mais recente do Android e a última será corrigida na próxima atualização. O conjunto de falhas foi nomeado pela Checkpoint como “QuadRooter” e ainda desenvolveu um aplicativo chamado “QuadRooter Scanner”, que informa se o aparelho está ou não vulnerável.

Google Play

O programa está disponível no Google Play. De acordo com o Google, mesmo com a vulnerabilidade, os dispositivos Android a partir do 4.2 por padrão, estão protegidos, ao menos que os próprios usuários desabilitem a função. “Nós agradecemos aos pesquisadores da Check Point por ajudarem a melhorar a segurança mais ampla do ecossistema móvel. Dispositivos Android com nosso pacote de segurança mais autal já estão protegidos contra três dessas quatro vulnerabilidades.
A quarta vulnerabilidade, CVE-2016-5340, será abordada em um próximo boletim de segurança, apesar de parceiros Android poderem tomar ações anteriormente ao disponibilizar o pacote público fornecido pela Qualcomm. A exploração desses problemas depende de usuários também baixarem e instalarem aplicação maliciosa. Nossas proteções Verify Apps e SafetyNet ajudam a identificar, bloquear e remover aplicações que exploram vulnerabilidades como essa”, disse o Google.
Fonte: Oficinadanet

regrasSegundo o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT), o eleitor que doar dinheiro para um candidato deve ficar atento às regras previstas na Resolução 23.463/2015 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para evitar problemas com a Justiça e com a Receita Federal. Ao analisar a prestação de contas de campanha dos candidatos, a Justiça Federal vai debruçar os olhos sobre os doadores. E fará o cruzamento de dados com a Receita Federal, para saber se aquele doador tem condições financeiras para fazer aquela doação, que não pode ultrapassar o teto de 10% dos seus rendimentos brutos, no ano anterior à eleição.
“O eleitor que permitir que seu nome seja utilizado como “doador laranja” sofrerá as penas previstas em Lei. O doador que fizer repasse de valores acima dos limites permitidos, ficará sujeito ao pagamento de multa de 5 a 10 vezes a quantia doada em excesso”, adverte o Coordenador de Controle Interno e Auditoria do TRE de Mato Grosso, Daniel Taurines.
Ele explicou que as doações podem ser feitas na forma de depósitos em espécie, devidamente identificados, até o limite máximo de R$ 1.064, conforme prevê o artigo 18, parágrafo 1º da Resolução 23.463/2015/TSE. “Mas é preciso enfatizar que, acima desse valor de R$ 1.064, só é permitida a doação por transferência bancária, que é identificada pelo CPF”, ressaltou Daniel Taurines.
O eleitor também pode fazer doações aos candidatos, de bens móveis ou imóveis, e serviços estimáveis em dinheiro. É o caso, por exemplo, do eleitor que empresta um carro para ser utilizado na campanha eleitoral do seu candidato, ou um imóvel para ser utilizado como comitê de campanha. Trata-se de doações estimáveis em dinheiro, que podem atingir o limite máximo de R$ 80 mil. Esta doação estimável em dinheiro não é computada no limite máximo de doação de pessoa física, ou seja, nos 10% dos rendimentos brutos declarados à Receita Federal.
O eleitor que suspeitar que seu nome tenha sido utilizado como laranja pode denunciar o fato à Justiça Eleitoral.
O candidato que gastar acima do permitido por Lei poderá responder por abuso de poder econômico e, em alguns casos, ter seu mandato cassado.

Ascom TRE MT

Comentário de delação envolvia Maggi
Comentário de delação citava Blairo Maggi

O advogado Rodrigo Mudrovitsch, que atua na defesa do ex-deputado estadual José Riva, classificou como “falsa” a informação publicada pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, que afirmou no domingo, que uma delação premiada, que estaria sendo feita pelo ex-parlamentar, vai complicar a vida do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.
O defensor disse que a notícia de que o Riva firmou acordo de delação premiada, é falsa e que vazamentos infundados e seletivos, como esse, “são prejudiciais ao meu cliente e não devem ser levados em consideração”, pontuou.
Com Mída News

NeguinhoNuma operação conjunta, policiais civis e militares de Mato Grosso prenderam quatro pessoas e cumpriram doze mandados de busca e apreensão na cidade de Juruena (880 kms de Cuiabá), ainda na sexta-feira, na operação “Rohden”.
Entre os presos figura o vereador Juraci do Nascimento, popularmente conhecido como “Neguinho da 13”, em cumprimento a mandado de prisão preventiva pelos crimes de associação criminosa, esbulho possessório, desobediência, incitação ao crime e crime ambiental.
Três prisões foram feitas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, cujo armamento apreendido se resumiu a 03 revólveres cal. 38 e 32; 01 espingarda rifle cal. 22; centenas de munições cal. 22/32/38 e itens operacionais como coldres, carregadores, pólvora, canivete e uma luneta.
A operação envolveu 60 policiais, entre civis e militares, da Regional de Juína e Comando Regional 8.
A operação integrada foi resultante de um inquérito policial em fase de conclusão, onde aproximadamente 40 pessoas foram indiciadas, decorrente da invasão de uma fazenda de propriedade da empresa Rohden, naquele município.
Com Folhamax

BolsaTreze municípios do Nortão mato-grossense estão sendo investigados pelo Ministério Público Federal (MPF), por possíveis fraudes no programa federal Bolsa Família. Para tanto, foi instaurado um inquérito civil para apurar possíveis pagamentos irregulares do programa, no período entre 2013 e maio deste ano.
As investigações ocorrem em municípios da região Norte, que estão sob atribuição da Procuradoria de Sinop. O MPF expediu recomendações às prefeituras das cidades investigadas, para que todos os cadastros sejam revisados em 60 dias, inclusive com visitas aos beneficiários.
A apuração pretende verificar possíveis pagamentos a servidores públicos cujas famílias cadastradas sejam compostas por quatro ou menos pessoas. Além de possíveis doadores de campanha em valores superiores ao recebido no programa; proprietários de empresas ativas; servidores públicos (independente da composição da família) e, cumulativamente, doadores de campanha (independente do valor doado); e pagamentos a pessoas já falecidas.
Além de Sinop, também serão investigados beneficiários do programa em Nova Bandeirantes, Apiacás, Alta Floresta, Peixoto de Azevedo, Nova Santa Helena, Novo Mundo, Paranaíta, Santa Carmem, Terra Nova do Norte, União do Sul e Vera.
O Bolsa Família atende beneficiários, cuja renda mensal seja de até R$ 77 por pessoa, ou entre R$ 77,01 e R$ 154, para famílias que estejam, comprovadamente,  em situação de pobreza e miserabilidade.
Com Diário de Cuiabá

Foto: Redes sociais
Foto: Redes sociais

Na manhã de ontem, um avião monomotor realizou um pouso forçado no aeroporto de Santo Antônio de Leverger (35 kms Cuiabá), obrigando os três ocupantes a ser encaminhados a um hospital da capital, que por sorte saíram ilesos do acidente sem ferimentos graves.
Segundo moradores e policiais que atenderam a ocorrência, o piloto precisou realizar um pouso forçado, com a aeronave saindo da pista, vindo a tombar e ficado de “cabeça para baixo”.
As causas estão sendo apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), quanto a se saber se o monomotor apresentou algum problema durante o voo ou quando estava aterrissando.

BoltUsain Bolt deixou suas medalhas de ouro na memória dos torcedores do mundo inteiro e reforçou sua fama de pegador em solo carioca. Após dançar, rebolar, cantar hip hop numa boate, o maior velocista da atualidade ainda saiu com uma brasileira. No caso, a estudante Jady Duarte.
A carioca, de 20 anos, se assustou com a ligação do EXTRA. Jady foi informada que várias fotos dela com o atleta na cama tinham vazado em grupos de Whatsapp na companhia de Bolt. “Eu só mandei para o grupo das meninas minhas amigas, Agora você vê…”, observou ela: “Só mandei e disse ‘só quem viu a Olimpíada vai saber quem é”. O mundo inteiro sabe.
Jady conta que estava na boate All In, na Barra, na Zona Oeste do Rio, com um amigo e uma amiga, a dois camarotes do camarote do atleta. Foi quando ele a viu. “Ele mandou um segurança me chamar, falamos rapidamente. Mas na hora nem sabia que ele era ele, porque eram muitos jamaicanos parecidos”, diz. Reticente, Jady não quis contar detalhes do seu encontro com Bolt. “Não foi nada demais. Foi normal”, diz ela, que não quis dizer se na cama Bolt também é veloz: “Prefiro não falar sobre isso para não me complicar. Como eu disse, foi normal”.
Jady conta que não trocou telefone com Usain Bolt, mas que os dois passaram a se seguir no Instagram. Ela não mentiu. Bolt começou a segui-la. Aliás, a última pessoa das 104 que ele segue.
Entre as fotos que vazaram aparece uma em que Jady estaria recebendo 100 euros. “De jeito nenhum, ele não me pagou nada. Não recebi dinheiro”, garante ela, que pediu a Bolt para tirar fotos com ele: “Agora ele vai querer me matar. Deve estar pensando: porque fui fazer fotos com essa menina?”.
Jady diz que a repercussão das fotos não foi boa para ela. “É muito negativa. Nunca quis ser famosa, estou morta de vergonha”, afirma.
Com Jornal Extra