O crime teria sido cometido em Cotriguaçu (Internet)
O crime teria sido cometido em Cotriguaçu
(Internet)

A Polícia Judiciária Civil (PJC) investiga a morte de um bebê de apenas 4 meses, ocorrida na tarde de domingo (11) no Pronto-Socorro de Cuiabá. De acordo com o registro de entrada, a menina que morava com a família na cidade de Cotriguaçu (MT), deu entrada na unidade médica com indícios de que foi abusada sexualmente.
Evidências – A vítima L.C.B. foi hospitalizada no dia 1º de setembro no Hospital de Colzina. Ela foi transferida para Cuiabá no dia 8 em estado grave e permaneceu internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) pediátrica com um trauma na cabeça e sinais de que havia sofrido abusos sexuais.
O corpo da criança foi liberado pela Polícia Civil e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão feitos exames que irão comprovar as causas de sua morte e se realmente houve a violência sexual.
A sua mãe, que também está em Cuiabá, foi interrogada pela Delegada Alana Cardoso da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), mas não soube explicar os ferimentos na genitália e no ânus da menina. Como o crime aconteceu na cidade de Cotriguaçu, o caso será investigado pela Delegacia Regional de Juína, no Nortão do estado.
Com Folhamax

(Imagem: Internet)
(Imagem: Internet)

A propaganda eleitoral gratuita dos candidatos a Prefeito de Rondonópolis, como sempre, é um ótimo meio gratuito (às nossas custas) de quem deveria ter feito e não fez, alardear “bons” serviços prestados”, com “feitos” dignos de concorrerem ao “Troféu Pinóquio”.
Percival dos Santos Muniz (PPS) afirma que a área de Saúde vai bem e que TODAS as edificações estão concluídas, contrariando o que está a olhos vistos, com o péssimo atendimento da UPA III e com as obras inacabadas de prédios dos PSFs, além do Caps AD do Novo Horizonte que está com mato alto tomando conta do local.
Aliás, Percival não diz em sua fala na propaganda eleitoral que terceirizou – recentemente – a Saúde e o por quê da terceirização.
Já Rogério Salles, que por ser o vice atual de Percival ou foi omisso ou conivente até agora, essa situação, se dirigiu na propaganda veiculada ontem aos servidores públicos municipais, afirmando que irá somar e administrar com a participação da categoria.
Entretanto, os Planos de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCVs), pelos quais ele (Rogério) conduziu as conversações com as várias categorias do funcionalismo e esteve à frente da elaboração dos documentos dizem o contrário, já que muitos estão “aleijados”e sem condições de serem colocados em prática, segundo o Sindicatos dos Servidores Públicos e Municipais de Rondonópolis (Sispmur).
Por certo, a convivência com o Barba o contaminou e ele acabou por aprender a “empurrar com a barriga”, também.
Falando em vice, seria útil ao eleitorado que os candidatos a esse cargo, também apresentassem propostas de trabalho e não ficassem somente de “bois de presépio” nas gestões públicas, recebendo gordos salários para não fazerem nada.
Numa hora dessas, todos se apresentam como excelentes gestores!

Em tempo: o blog vai veicular, a partir desta semana, a série “Como estava e como está”, mostrando “o outro lado da “moeda”.

(Foto: Luiz Macedo-Agência Câmara)
(Foto: Luiz Macedo-Agência Câmara)

Após ter seu mandato cassado pela Câmara, o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ) responsabilizou o governo do presidente Michel Temer pelo resultado da votação. O peemedebista negou ainda que tenha a intenção de fazer delação premiada, mas prometeu escrever um livro relatando todos os diálogos que teve durante o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.
Para o ex-presidente da Câmara, o governo Temer teve responsabilidade na cassação do seu mandato por ter apoiado a eleição do Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Casa, com apoio do PT.
“Quem elegeu o presidente da Casa foi o governo, quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo. Todo mundo sabe que o governo hoje tem uma eminência parda e quem comanda o governo é o Moreira Franco, que é o sogro do presidente da casa [Rodrigo Maia]. Todo mundo sabe que o sogro do presidente da casa comandou uma articulação e fez com que fosse feita uma aliança com o PT e, consequentemente, com isso a minha cassação estava na pauta”, disse Cunha.
Não é criminoso
Perguntado se tinha a intenção de assinar delação premiada, já que é alvo da Operação Lava Jato, Cunha disse não ser criminoso para fazer delação. “Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação”. O peemedebista, contudo, disse que pretende escrever um livro sobre o impeachment de Dilma Rousseff
“Vou contar tudo que aconteceu, diálogo com todos os personagens que participaram de diálogos comigo. Eles serão tornados públicos, na sua integralidade. Todo mundo que conversou comigo, todos, todos”, disse Cunha.
Apesar da promessa de escrever um livro de memórias, Cunha negou que faça ameaças. “Não sou pessoa de fazer qualquer tipo de ameaça, velada ou não. Não faço ameaça. O livro não é ameaça. Quero contar os fatos, contribuir para a história. A sociedade merece conhecer todos os detalhes. Até porque uns ficam falando que é golpe e hoje vão querer perpetuar esse discurso de golpe com a minha cassação. Não tenho nada a revelar sobre ninguém. O dia que o tiver, eu o farei”.
Prisão
O ex-deputado, que é alvo de pedido de prisão feito pelo Ministério Público Federal (MPF) e que aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), disse não ter medo de ser preso e nem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Lava Jato na primeira instância.
“Não tenho que temer ninguém. Tenho que temer a Deus. Só temo a Deus. Vou me defender, como estou me defendendo. Não tenho preocupação com isso. Me sinto inocente e vou me defender”.
Arrependido
Depois de defender no plenário da Casa que sua cassação era resultado da atuação que teve no processo de impeachment, Cunha afirmou, após perder o mandato, que se arrepende de não ter aceitado antes a denúncia contra Dilma Rousseff. “Me arrependo de não ter feito antes, do dia que coloquei [a decisão sobre a abertura do processo do impeachment] na gaveta trancada, com medo de qualquer coisa e já não ter anunciado naquele momento”.
Cunha reconheceu que cometeu alguns erros, mas não o usado por seus adversários para cassá-lo. “Cometi muitos erros, eu sou um ser humano que errou muitas vezes, mas não foram os meus erros que me levaram à cassação. O que me levou à cassação é a política. Fui vítima de uma vingança política no meio do processo eleitoral”.Com a cassação de Cunha, assume o suplente Marquinho Mendes (PMDB-RJ).
Já adiantou que não fará delação premiada, porque – certamente- pretende “negociar” sobre o que sabe dos outros, igualmente criminosos que nem ele.
E quanto a dizer que não é criminoso, assim sendo podem mandar abrir as celas e libertar a bandidagem do Brasil todo.
Toma vergonha, salafrário!
Com Agência Brasil

Imagem: Teza Harinaivo Rmiandrisoa
Imagem: Teza Harinaivo Rmiandrisoa

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou ontem, proposta que concede à trabalhadora gestante licença especial, caso ela ou o feto esteja em situação de risco, mediante comprovação de laudo médico. A medida está prevista no Projeto de Lei 4884/12, do Senado Federal.
Conforme o texto, caso a licença dure mais de 15 dias, a trabalhadora terá direito a auxílio-doença, que consistirá em renda mensal correspondente a 100% do salário, que será pago pelo seu empregador. Em contrapartida, o empregador receberá compensação das contribuições previdenciárias, como já ocorre no caso do salário-maternidade.
O projeto acrescenta dispositivos à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei5.452/43) e à Lei 8.213/91, que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social.
A relatora na comissão, deputada Flávia Morais (PDT-GO), defendeu a aprovação do texto para garantir a proteção das trabalhadoras. “Medidas como a deste projeto, que protegem o mercado de trabalho da mulher, permitem também que ela realize com serenidade o seu papel de mãe”, afirmou Flávia Morais.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Com Agência Câmara

Cunha vai responder pelos crimes da Lava Jato (Foto: José Cruz)
Cunha vai responder pelos crimes da Lava Jato (Foto: José Cruz)

Por 450 votos a 10, o Plenário da Câmara dos Deputados cassou, há cerca de uma hora atrás, o mandato do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar.
Segundo parecer do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, o ex-presidente da Casa mentiu em depoimento espontâneo à CPI da Petrobras, em 2015, ao afirmar que não tinha contas no exterior. Houve 9 abstenções.
Cunha é o sétimo deputado a ter o mandato cassado desde a criação do Conselho de Ética, em 2001.
Com a decisão do plenário, Cunha, atualmente com 57 anos, fica inelegível por oito anos a partir do fim do mandato. Com isso, está proibido de disputar eleições até 2026. Assim, ele só poderá se candidatar novamente aos 67 anos.
Além disso, perderá o chamado “foro privilegiado”, isto é, o direito de ser processado e julgado somente no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, os inquéritos e ações a que responde na Operação Lava Jato deverão ser enviados para a primeira instância da Justiça Federal.
Caberá ao próprio STF definir se esses inquéritos e ações serão enviados para o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato no Paraná, ou para outro estado onde possam ter ocorrido os supostos crimes imputados ao agora ex-deputado.
Os dez deputados que votaram contra a cassação de Cunha foram:
– Carlos Marun (PMDB-MS);
– Paulo Pereira da Silva (SD-SP);
– Marco Feliciano (PSC-SP);
– Carlos Andrade (PHS-RR);
– Jozi Araújo (PTN-AP);
– Júlia Marinho (PSC-PA);
– Wellington (PR-PB);
– Arthur Lira (PP-AL);
– João Carlos Bacelar (PR-BA);
– Dâmina Pereira (PSL-MG).
Abstenções
Os nove deputados que se abstiveram foram: – Laerte Bessa (PR-DF);
– Rôney Nemer (PP-DF);
– Alfredo Kaefer (PSL-PR);
– Nelson Meurer (PP-PR);
– Alberto Filho (PMDB-MA);
– André Moura (PSC-SE);
– Delegado Edson Moreira (PR-MG);
– Mauro Lopes (PMDB-MG);
– Saraiva Felipe (PMDB-MG)
Com Agência Câmara/G1 Brasília

Marildes do Rêgo: pode ganhar, mas não levar (Foto: AgoraMT)
Marildes do Rêgo: pode ganhar, mas não levar
(Foto: AgoraMT)

Através de decisão interlocutória – ato pelo qual o juiz decide questão incidental, com o processo ainda em curso -, manifestada ontem (domingo) pela juíza eleitoral Cláudia Beatriz Schmidt, fica mantido indeferimento da candidatura de Marildes Ferreira do Rêgo, candidata a vice-Prefeito da coligação “Rondonópolis Merece Mais”, que tem o atual vice-prefeito, Rogério Salles (PSDB), como cabeça de chapa.

Veja a decisão: clique aqui
A coordenação jurídica da coligação, havia dado entrada em um recurso no sábado (10) junto ao Cartório da 45ª Zona Eleitoral, um dia após a juíza ter prolatado decisão de indeferimento da chapa majoritária, quanto ao registro de filiação de Marildes, que segundo o Relatório Oficial da Justiça Eleitoral comprova que ela está filiada ao PPS e não ao PSD.
No documento, a magistrada explicita que, “a decisão recorrida foi proferida com fundamento na legislação eleitoral e entendimento jurisprudencial, portanto não ofendeu nenhum dispositivo legal nem prejudicou pretenso direito do recorrente. Deste modo, mantenho a decisão recorrida, pelos seus próprios fundamentos.”
O blog Estela Boranga comenta esteve na 45ª Zona Eleitoral, hoje à tarde, no sentido de solicitar uma cópia do recurso impetrado pela coligação, mas nos foi informado que o processo já seguiu para o Tribunal Regional Eleitoral, para os devidos fins.

Momento da abordagem (Foto: Folhamax)
Momento da abordagem (Foto: Folhamax)

O deputado estadual Mauro Savi (PSB) foi abordado e detido na tarde de hoje, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-163, próximo à cidade de Sorriso, no Nortão, juntamente com mais duas pessoas. No veículo foi encontrado material de campanha em favor de Dilceu Rossato (PSB) – prefeito daquele município e candidato à reeleição – e uma mala contendo R$ 24 mil em dinheiro, o qual Savi declarou ser dele, para a campanha.
Crime eleitoral
Diante da suspeita de crime eleitoral, todos foram encaminhados à sede da Polícia Federal em de Sinop. Mauro Savi está em seu quarto mandato como deputado estadual e possui imunidade parlamentar.
Considerado como uma das lideranças políticas de maior representatividade daquele município, Mauro Savi é aliado do prefeito Dilceu Rossato, que disputa a reeleição, contra adversários do PSDB e do SD.
Paralelamente, o caso também foi encaminhado a Justiça Eleitoral em Sorriso.
Esse fato me lembrou de outro acontecido em Rondonópolis há muitos anos atrás, também durante uma campanha política, quando policiais militares cercaram um prédio na área central, diante de denúncias de que um candidato estaria no local, com uma vultosa quantia.
O caso foi abafado e ficou por isso mesmo.
Coisas da política.
Com Folhamax

Ministra Rosa Weber (Foto: STF)
Ministra Rosa Weber (Foto: STF)

Na decisão em que negou liminar para impedir que Dilma Rousseff ocupe cargos públicos, a ministra Rosa Weber disse não haver qualquer prejuízo se a ex-presidenta assumir cargos do tipo antes que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue se o fatiamento da votação do impeachment está ou não, de acordo com a Constituição.
Na sexta-feira (9) à noite, Rosa Weber negou, em uma única decisão, a concessão de liminar em doze diferentes mandados de segurança, que foram protocolados no STF questionando a divisão da votação final do impeachment no Senado.
Os mandados de segurança foram apresentados pelos partidos PMDB, PSDB, DEM, PPS, Solidariedade e PSL, pelos senadores José Medeiros (PSD-MT) e Álvaro Dias (PV-PR) e pelo deputado Expedito Netto (PSD-RO), bem como por seis cidadãos comuns. Todos pediam liminar para impedir que Dilma ocupasse cargos públicos antes que o Supremo julgasse o mérito da questão.
Entretanto, “a possibilidade em tese de a litisconsorte necessária Dilma Vana Rousseff vir a exercer função pública não acarreta dano efetivo ao julgamento por esta Suprema Corte acerca da alegada violação, pelo Senado Federal, do art. 52, parágrafo único, da Constituição, diante do fracionamento efetuado na votação final do processo do impeachment”, escreveu Rosa Weber, na decisão que foi tornada pública, na manhã de hoje (12).
“A mera especulação de notícias veiculadas em meios de comunicação quanto a eventual convite para o exercício de função pública, como argumentado, não traz prejuízo ou dano para o julgamento definitivo do mérito desta ação constitucional”, acrescentou a ministra.
Até o momento, Dilma possui um convite de trabalho confirmado, para presidir a Fundação Perseu Abramo, do PT, feito pelo presidente do partido, Rui Falcão. Dilma teria pedido um tempo para pensar no assunto, enquanto descansa em sua residência em Porto Alegre.
Votação fatiada
No dia 31 de agosto, o plenário do Senado decidiu por votar separadamente a perda de mandato da então presidenta Dilma Rousseff e sua inabilitação para cargos públicos por oito anos. Ela acabou cassada por 61 votos a 20, mas em votação subsequente teve mantidos seus plenos direitos políticos, por 42 a 36.
Com a decisão, que foi referendada pelo então presidente do STF e também do julgamento do impeachment no Senado, Ricardo Lewandowski, Dilma encontra-se apta a se candidatar nas próximas eleições ou ser nomeada para ocupar uma secretaria de governo ou dar aulas em universidades públicas, por exemplo.
Com Agência Brasil

Foto: Senado Federal
Foto: Senado Federal

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, negou – semana passada -pedido de liminar em mandado de segurança ajuizado pelo senador mato-grossense José Medeiros (PSD) para suspender a habilitação da ex-presidente Dilma Rousseff para ocupar cargos públicos.
Nos despachos, a ministra rejeitou pedidos de decisão liminar (provisória) formulados em ações protocoladas pelo PSDB, PMDB, DEM, PPS, Solidariedade, PSL, Rede, e também pelos senadores Álvaro Dias (PV-PR) e pelo deputado Expedito Netto (PSD-SP).
Todos contestam a decisão do Senado no julgamento do impeachment que, apesar de ter condenado a petista à perda do mandato, permitiu a ela voltar a exercer funções públicas, pena prevista pela Constituição.
Apesar de ter negados os pedidos de liminar, o STF ainda poderá anular a decisão do Senado no julgamento de “mérito”, ocasião em que os 11 ministros da Corte se reúnem para uma análise mais aprofundada das ações. Ainda não há data definida para julgamento em colegiado.

Em edição anterior, eu sugeri ao senador – dentro da amizade que temos e também como formadora de opinião – que procure se afastar das companhias das raposas do Congresso, antes que seu filme seja queimado em Mato Grosso e em Rondonópolis e planos futuros na política, possam ir por água abaixo!   
Com Folhamax

Galaxy Note 7 (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)
Galaxy Note 7 (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)

A Samsung está alertando a usuários de telefones Galaxy Note 7, para que devolvam os aparelhos o mais rápido possível como parte de um recall dos equipamentos, que podem pegar fogo.
A maior fabricante mundial de smartphones disse na semana passada que irá substituir todos os telefones Note 7 em 10 mercados, incluindo Coreia do Sul e Estados Unidos, em um revés para a empresa, que estava contando com o modelo para elevar o ritmo de vendas em um momento em que rivais como a Apple lançam novos aparelhos.
Relatos de que as baterias do telefone entraram em combustão enquanto carregavam ou durante o uso normal levaram a Comissão de Segurança do Consumidor dos EUA a barrar o uso do Note 7.
“Nós estamos pedindo que usuários desliguem seus Galaxy Note 7 e realizem a troca o mais rápido possível”, disse o diretor da divisão de smartphones da Samsung, Koh Dong-jin, em um comunicado.
“Nós estamos enviando aparelhos para reposição para que possam ser oferecidos no programa de troca da maneira mais conveniente e em atenção às normas relacionadas”, disse o comunicado.
Cerca de 2,5 milhões das unidades do aparelho foram vendidas no mundo precisarão ser substituídas, disse a empresa. Alguns analistas avaliam que o recall irá custar cerca de 5 bilhões de dólares em perda de receita para a Samsung este ano.
A Samsung informou anteriormente que as substituições para o Note 7 estarão disponíveis em alguns mercados, incluindo Coreia e EUA, a partir de 19 de setembro.
Com Reuters