Planalto emprega 3,8 mil assessores

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A “toca” de Ali Babá
(Correio Braziliense)

Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o brasileiro destina – a contragosto – mais de 41% de seus rendimentos, no pagamento de tributos federais, estaduais e municipais, sobre 90 itens. Destes, os que mais pesam no bolso, são ICMS, PIS, Cofins e IPI.
O recolhimento dos tributos, mantem a máquina estatal e é aí que a “porca torce o rabo”: a esbórnia vaza pelas bordas do oba-oba, com os gestores públicos – tanto eleitos, quanto golpistas – se esbaldando de tudo quanto é forma, como se os órgãos públicos fossem de sua propriedade.
Um desses “escândalos”, diz respeito à manutenção do Palácio do Planalto, que além das atividades inerentes, mantem um corpo funcional de 3,8 mil assessores num leque variado de cargos.
isso, sem contar os órgãos vinculados.
Em comparação à Casa Branca, sede do governo norte-americano, Donald Trump tem à sua disposição, somente 377 assessores e administra o maior orçamento do mundo.
Enquanto isso, a Saúde e a Educação, principalmente, permanecem em situação de penúria!

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