“Porquice”: povo reclama de inundações, mas joga lixo nas vias públicas

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Equipes limpam bueiros, mensalmente

A falta de educação, de asseio e civilidade – porque de consciência, parece não surtir efeito – de grande parte dos moradores de Rondonópolis, tem contribuído diretamente para que haja inundações de vias públicas, quando chove pesadamente.
E aí, é uma gritaria geral com os “bocudos de plantão” jogando a culpa nos administradores municipais (não estou defendendo ninguém, mas sim colocando a quem ela cabe).
Segundos dados da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis – Coder, toneladas e mais toneladas de lixo são retiradas dos bueiros, todos os meses.
São detritos de toda a espécie, como garrafas pet, sacos e sacolas plásticas, pedaços de madeira, copos descartáveis, papéis e embalagens de várias origens, inclusive papelão, que jogados no chão pelos “porcalhões”, são levados para os bueiros (ou bocas-de-lobo) com a ação do vento e das chuvas.
Concordo plenamente com a nota da Coder a respeito, de que com raras exceções, a população tem o péssimo hábito de jogar lixo no chão, nas calçadas, nos canteiros, nas vias públicas, nos jardins e quase nunca nas inúmeras lixeiras, que estão espalhadas nas ruas e avenidas da cidade.
E para dar conta dos atos dos “porcalhões”, as equipes da Coder tem que fazer a limpeza dos bueiros de forma contínua, desentupindo, primeiramente, as grelhas (filtro que cobre as bocas de lobo) e retirando o material que se mistura com terra e folhas de árvores que não são recolhidas, que consegue passar por esse primeiro obstáculo, causando, por fim, o entupimento do canal das galerias.
É vergonhosa a situação!

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