Prefeito e vereadores discutem questão da Taxa de Lixo

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Reavaliação dos valores da taxa, será discutida

O prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) convidou os 21 vereadores de Rondonópolis para uma reunião, logo mais às 14h na Prefeitura, para se chegar a um denominador comum em relação aos valores de cobrança da Taxa do Lixo, que passou a vigorar no dia 1º deste mês.
Desde a entrada em vigor, a taxa tem causado polêmica entre o Executivo e o Legislativo, pela tabela de valores, que segundo os vereadores foge à realidade da cidade.
A reunião deverá contar com a presença da diretora geral do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Terezinha de Souza e de assessores das áreas financeira e técnica da autarquia, que repassarão todos os detalhes que possam esclarecer o polêmico assunto.
Vereadores da oposição, como Fábio Cardozo e Thiago Muniz (PPS), na semana que passou manifestaram a intenção de encaminhar a suspensão ou mesmo a revogação da Lei Municipal 174 – que criou a referida taxa em 2013, ainda na gestão de Percival Santos Muniz (PPS), à qual davam sustentação -, para que os valores desse tributo seja reavaliado.
O ponto nevrálgico da discussão toda, gira em torno dos valores que estão sendo cobrados, os quais segundo Cardozo e Muniz foram alterados em relação ao projeto original da Lei, com patamares bem acima do aprovado pela Câmara e, por decreto do prefeito Zé Carlos, que não substitui a Lei.
Oportuno colocar que à época da criação da Lei, Fábio Cardozo, Thiago Muniz e outros vereadores remanescentes que se reelegeram e que hoje fazem coro aos pepessistas, deram total independência ao ex-prefeito para que a taxa entrasse em vigor em 2014, mesmo sem a implantação do Aterro Sanitário – exigência da lei federal sobre o tema – que entrou em funcionamento em setembro.
O que foi corrigido, por emenda dos então vereadores Aristóteles Cadidé e Ibrahim Zaher.
Se “esqueceram” os nobres vereadores oposicionistas, provavelmente por conveniência, de que “pau que bate em Chico, tem que bater em Francisco”, também.
Por sua vez, Zé Carlos do Pátio “pecou” por, antes de ter colocado em vigência o tributo, não ter vislumbrado que possíveis distorções nos valores ora alegadas pelos opositores, pudessem redundar no “abacaxi” que agora está descascando.
Principalmente, por saber de antemão que as diretrizes, no sentido de desestabilizar sua gestão à frente da Prefeitura de Rondonópolis,  partem do ex-prefeito Percival Santos Muniz, ainda inconformado por ter perdido as eleições para sua reeleição em 2016.

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