Rondonópolis continua com alto risco em dengue

Aedes albopictus também é transmissor
Aedes albopictus também é transmissor

Com 15.597 casos confirmados (sendo 14.981 recuperados), 437 óbitos e 179 ativos de coronavírus, do início da pandemia em março do ano passado até ontem (8), Rondonópolis enfrenta, paralelamente, casos de dengue, zika e chikungunya.
De acordo com o Informe Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o município teve um aumento considerável nos casos de dengue em 2020, com a diferença expressiva de 1.474 casos, em relação aos registros de 2019.
Segundo o levantamento, foram registrados 2.271casos no ano passado (com um óbito), contra 797 do ano anterior.
Zika e chikungunya
Num patamar mais baixo de contaminação, em relação à zika o município registrou quatro casos contra treze e três contra 52 de chikungunya, no comparativo entre os dois anos.
No geral, Mato Grosso está em “ALTO RISCO” com incidência >300 casos por 100 mil habitantes em 108 Municípios para Dengue, 02 para ZIKA e 02 municípios para Chikungunya.
Apesar dos esforços da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, os rondonopolitanos também devem fazer a sua parte e evitar o acúmulo de água em recipientes, bem como manter os quintais limpos, de forma a auxiliar no combate ao Aedes aegypti e ao Aedes albopictus (tigre asiático), que são os mosquitos transmissores das três doenças, além da febre amarela.