Taborelly pode voltar à prisão

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Taborelly poderá ser preso, novamente
(VGNews)

O ex-deputado e coronel aposentado da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Pery Taborelly, poderá retornar à prisão, por descumprir o monitoramento de tornozeleira eletrônica, segundo a Vara de Execuções Penais de Cuiabá(MT).
Taborelly alega supostas falhas na tornozeleira eletrônica, que será analisada pela Central de Monitoramento.
Taborelly relatou que: as luzes de sua tornozeleira não se estabilizam na cor verde, devido à ausência de sinal, gerando bipes com volumes altos durante todo o dia e toda a noite; o aparelho de monitoramento Vibra com Intensidade curta e longa durante todo o dia e toda a noite; A tornozeleira “projeta o reeducando para fora da área do domicílio, isto ocorrendo durante todo dia e noite, indicando erroneamente a saída da área de inclusão em período proibido; e o aparelho indica sem sinal de GPS por horas, diariamente.
Existe a suspeita que ele está violando o equipamento.
Prisão
O militar foi condenado em março de 2017 a 2 anos e 4 meses de prisão, em regime semiaberto, por abuso de poder contra 3 adolescentes e populares durante festa de aniversário da cidade de Rosário Oeste (128 Km de Cuiabá), em 2011.
Uma das condições impostas era que o ex-deputado comparecesse a audiência. Todavia, o oficial de justiça responsável por intimá-lo não o encontrou no endereço informado nos autos do processo, o 4º Batalhão de Polícia Militar de Várzea Grande, onde o coronel aposentado trabalhava.
No dia 31 de outubro de 2017 a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou a expedição do mandado de prisão contra Taborelly. A prisão foi convertida no uso da tornozeleira e na proibição de portar armas.
Quando o equipamento de monitoração foi instalado, Taborelly recebeu a comunicação de que em caso de descumprimento das normas, uma nova prisão seria decretada.“ Em caso de descumprimento de qualquer uma das condições acima, poderá ser decretada a sua prisão, com a finalidade de apresentá-lo imediatamente em audiência de justificação, podendo acarretar revogação do benefício e regressão do regime prisional para o fechado”.
Da Redação com Gazeta Digital

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