A partir do dia 06 (quarta-feira da semana que vem) os preços das tarifas de pedágio praticados nas nove praças das BRs 163 e 364, em Mato Grosso, serão reajustadas a partir das 0h.
Também as duas praças de pedágio da MT-130, em Rondonópolis e Primavera do Leste, devem seguir o mesmo caminho.
Os novos valores ainda não foram definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que deverá concluir os cálculos para o índice de reajuste, nos próximos dias.
Associado ao aumento dos combustíveis quase diários, o aumento das tarifas dos pedágios pesa ainda mais, nas finanças dos usuários.
E as “excelências” eleitas pelo povo, não mexem uma palha para defender os interesses da coletividade.
Mas em se tratando de pegar sua parte nas propinas, são ágeis e perfeitas!

 

Gasolina fica mais cara nas refinarias
(O Globo)

No segundo aumento consecutivo em menos de dois dias, a partir de amanhã (29), o preço da gasolina nas refinarias sofrerá um aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%. O anúncio foi feito hoje (28) pela Petrobras e segue a nova política de ajuste de preço, que tem como base o preço de paridade de importação.
O ajuste anterior havia sido anunciado no sábado (26), com aumento de 1,2% na gasolina e diminuição de 0,7% no diesel. A nova política foi adotada no começo de julho e, desde então, os reajustes são feitos quase que diariamente. Os percentuais podem ser acompanhados no site da Petrobras.
O aumento, com certeza, vai ser repassado para nós, os consumidores finais.
E desse jeito, nós vamos ajudando a cobrir os “buracos” deixados pela roubalheira instalada na Petrobras e pela política econômica danosa do governo ilegítimo de Michel Temer!
Com Agência Brasil

Governo terá que explicar aumento à ministra
(STF)

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), estipulou ontem, prazo de cinco dias para que a Presidência da República se explique sobre o aumento de impostos sobre os combustíveis, anunciado pelo governo no último dia 20 de julho.
A determinação foi feita dentro de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) aberta pelo PT no Supremo, questionando a validade do decreto que aumentou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a gasolina, o diesel e o etanol.
O partido de oposição argumenta que, conforme determina a Constituição, o aumento de tributos só poderia ocorrer por meio de projeto de lei votado no Congresso e que, mesmo no caso de aprovação, precisaria de 90 dias após a sanção para poder entrar em vigor.
Mesmo argumento
O argumento é o mesmo usado em uma ação popular que levou o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, a conceder uma liminar suspendendo a alta no preço dos combustíveis, no dia 25 do mês passado.
A decisão acabou derrubada no dia seguinte pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Hilton Queiroz, após recurso da Advocacia-Geral da União (AGU).
Também a decisão liminar do juiz federal João Pereira de Andrade Filho, juiz substituto da 1ª Vara Federal da Paraíba, que determinou na tarde do dia 1º, a suspensão imediata somente para aquele Estado do decreto de Temer, foi derrubada ontem, pelo desembargador federal Cid Marconi Gurgel de Souza, vice- presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que acolheu, igualmente,  recurso da Advocacia-Geral da União.
Imprescindível
A AGU usa argumentos econômicos para justificar a medida, defendendo a legalidade do aumento por ser “imprescindível” para o equilíbrio das contas públicas. O órgão estimou em R$ 74 milhões o prejuízo diário com a interrupção da cobrança.
Mas dinheiro para Temer “comprar” deputados com emendas, têm aos montes!

Desembargador derrubou liminar de primeira instância
(Internet)

Parece piada, mas não é!
Na tarde de hoje, o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), desembargador Hilton Queiroz, derrubou a liminar concedida ontem pelo juiz substituto Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do Distrito Federal, que revogava o reajuste no PIS/Cofins feito pelo governo no dia 20.
O desembargador entendeu, ao contrário do juiz da primeira instância, que não houve ilegalidade e inconstitucionalidade na edição do decreto do governo federal, que aumentou o imposto.
No pedido de suspensão da liminar, a Advocacia Geral da União (AGU) utilizou argumentos econômicos, enfatizando que a tributação dos combustíveis é “imprescindível”, para viabilizar a arrecadação de R$ 10,4 bilhões entre julho e dezembro deste ano.
“Não há dúvidas na jurisprudência nacional de que impedir o recolhimento de cifra milionária em favor de ente federado causa grave lesão à economia”, escreveu a AGU na peça, em referência a um alegado prejuízo diário de R$ 78 milhões.
Os prejuízos causados aos contribuintes mais uma vez ficaram de lado, preferindo o desembargador Hilton Queiroz beneficiar a Temer e sua turma.
Que Justiça é essa que estão fazendo no País?
Da Redação com Gazeta do Povo

E agora, José?
(Internet)

Nem mesmo os defensores de Michel Temer, que se acham eloquentes, como o senador mato-grossense José Antônio Medeiros (PSD), não puderam deixar de comentar, negativamente, o aumento dos combustíveis decretado ontem pelo governo federal.
Batedor de boca oficial com a oposição no Senado Federal, Medeiros comentou hoje em entrevista ao Jornal do Meio Dia da TV Record, de Cuiabá: “Essa é de doer, né? Isso aí é que nem bola de Rogério Ceni, no ângulo, não tem defesa”.
Pois é, essa não deu prá defender, né senador?

(Imagem: UOL)

O Diário Oficial da União (DOU) publica hoje (31) resolução do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) autorizando os índices do reajuste anual de preços de medicamentos para 2017, que variam de 1,36% a 4,76%. O aumento começa a valer a partir desta sexta-feira.
De acordo com a resolução, o reajuste máximo permitido é o seguinte: nível 1: 4,76%; nível 2: 3,06; e nível 3: 1,36%. O Cmed é um órgão do governo, integrado por representantes de vários ministérios.
O Sindicato da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma) informou, por meio de nota, que os índices de reajuste não repõem a inflação passada, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no acumulado de 12 meses, de março de 2016 a fevereiro deste ano.
“Do ponto de vista da indústria farmacêutica, mais uma vez os índices são insuficientes para repor os custos crescentes do setor nos últimos anos”, diz a nota.
Segundo o Sindusfarma, o reajuste anual de preços fixado pelo governo poderá ser aplicado sobre cerca de 19 mil medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro.
Com Agência Brasil