(Imagem: Ilustrativa)

Segundo a coluna Entrelinhas de hoje do site Folhamax, uma jovem de Cuiabá apontada como um dos pivôs do esquema de grampos ilegais no governo estadual,  seria “caso” de um senador da República por Mato Grosso. Ela, inclusive, teria ganhado “mimos” valiosos do parlamentar.
Cita a coluna ainda, que o senador conseguiu empregá-la em um cargo de assistente no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em fevereiro deste ano, tendo permanecido na função por pouco mais de um mês mas exonerada em abril.
Além do cargo, dentre os “mimos” a jovem também ganhou de presente do senador, um relógio Rolex, avaliado em R$ 40 mil.
Quem será o “atencioso e generoso” senador?

Presidente do Inter, Marcelo Medeiros
(Foto: O Globo Blogs)

O presidente do Sport Clube Internacional de Porto Alegre (RS) e também advogado, Marcelo Medeiros comentou nesta tarde a decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), de suspender a audiência do caso Victor Ramos, marcada para hoje, em Lausanne na Suíça. A medida ocorreu após o Vitória argumentar, que o TAS não tem competência para julgar o caso. Medeiros afirmou que o pedido do clube baiano era esperado pelo departamento jurídico colorado e considerou a suspensão natural.
“Na audiência houve o questionamento se esse tribunal é competente para julgar essa matéria. Essa era uma das expectativas que estavam no nosso plano. Tem que ficar claro que ainda não foi aberto o processo probatório”, disse Medeiros em entrevista à Rádio Guaíba.
Com o pé no chão
O presidente do Inter, porém, deixou claro que as chances de uma reversão do rebaixamento do clube são pequenas. “Desde o começo da nossa gestão, quando recebemos esse processo, sempre tivemos a cautela de não criar expectativa no nosso torcedor pela dificuldade e complexidade que é por meio de mecanismos judiciais reverter resultado de campo. Como gestor do clube, é nossa obrigação defender os interesse do Inter. Nesse sentido, cumprimos todos os prazos dentro da justiça desportiva”, avaliou.
Com Correio do Povo

Promotor: caso está sob segredo de Justiça (Foto: A TribunaMT)
Promotor: caso está sob segredo de Justiça
(Foto: A TribunaMT)

Através de um áudio divulgado nas redes sociais no final da tarde de ontem, o promotor de Justiça Ari Madeira Costa, que acompanha o caso do assassinato do padre João Paulo Nolli, ocorrido na noite do sábado passado (08), esclarece à população que o assunto está sob segredo de Justiça, por envolver a participação de menores.
Entretanto, o promotor enfatiza que o caso será completamente elucidado, dentro dos rigores da Lei.
Íntegra do áudio:
“Olá eu sou Ari Madeira e me dirijo agora aos cidadãos de Rondonópolis. Muitas pessoas com razão estão curiosas sobre o desfecho das investigações, acerca do evento em que foi ceifada a vida do padre João Paulo.
Por um lado, em respeito aos membros da igreja a que a vítima servia com dedicação e ao mesmo observando a lei, preciso explicar ao povo de Rondonópolis, que o processo corre sob sigilo por envolver, como todos sabem, três adolescentes que responderão nos limites da lei pelo que fizeram, mas não podem ser identificados e tão pouco deve o fato ser explorado pelas mídias, sob pena de deixarmos de fazer o que o próprio padre João Paulo pregava: isto é, fugir do pecado e evitar a violência. Indignar-se com o sofrimento dos nossos irmãos, mas cumprir a lei.
Cumprir a lei do nosso tempo de forma ordeira. Entretanto algumas afirmações eu me arrisco a fazer com toda franqueza, mesmo em se tratando de uma investigação que ainda não esta finalizada.
Vejamos: primeiro: nenhum fato ou circunstância do processo lança qualquer mancha sobre a relação respeitosa e carinhosa, que havia entre o Padre João Paulo e as pessoas que por ele eram acolhidas e aconselhadas com amor e dedicação. isso e inquestionável!
Como foram apurados até aqui, os indícios realmente apontam para uma tragédia sem planejamento anterior por parte dos ofensores ou participação de terceiros, sendo que as investigações da Policia Judiciária, como eu disse , estão sendo rigorosas em relação a todo e qualquer detalhe observado.
Quaisquer especulações portanto, quaisquer teorias conspiratórias, nesse momento, são inoportunas e tendem somente a fazer sofrer ainda mais s corações, que já estão doridos de saudade.
Fiquem em paz e recebam o respeito do Ministério Publico do Estado de Mato Grosso. Muito Obrigado.”