Boletos estão à disposição, on line

A Secretaria Municipal de Receita de Rondonópolis, disponibilizou ao contribuinte a possibilidade de retirar as vias para pagamento de IPTU, dívida ativa e ISSQN online pelo portal no município www.rondonopolis.mt.gov.br na guia ‘Serviços Cidadão’ (como mostra a imagem).
A emissão do Documento de Arrecadação do Município (DAM), pelo site é gratuita.
Segundo o secretário Municipal de Receita, Valdecir Feltrin, anteriormente, para retirar a DAM o contribuinte necessitava vir até a prefeitura e efeituar o pagamento de R$ 6,50 de Taxa de Serviço Administrativo (TSA). “Retirando as vias online, o serviço é gratuito e evita que o contribuinte tenha que se deslocar até o órgão público municipal”, explica.
Tanto no caso do IPTU, como no da dívida ativa, podem ser retiradas online as vias parceladas e não parceladas, facilitando ainda mais a vida do cidadão rondonopolitano.
O serviço online já está disponível também para a retiradas as certidões negativas de pessoas físicas, jurídicas e de imóveis gratuitamente.

Aumentar impostos, para cobrir o déficit
(O Cafezinho)

Como forma de garantir o cumprimento da meta fiscal deste ano, que é de R$ 139 bilhões, o governo do golpista Michel Temer autorizou o aumento do PIS/Cofins.
Segundo o Estadão/Broadcast, o governo avalia a possibilidade de elevar outro tributo para fechar as contas, já que o governo tem um buraco de aproximadamente R$ 10 bilhões para cobrir no Orçamento de 2017.
Três alternativas estão em análise: IOF sobre operações de câmbio à vista, ou IOF sobre operações de crédito, ou Cide-combustível.
Sem impacto no bolso
Descaradamente, a “turma” que ocupa o Palácio do Planalto, sob golpe, avalia que, como as receitas previstas pela área econômica não se confirmaram, um aumento de, por exemplo, R$ 0,10 no preço do litro da gasolina não teria grande impacto no bolso do consumidor e ainda ajudaria as contas públicas.
Segundo eles, o impacto dessa elevação do imposto seria ainda minorado porque a gasolina tem sofrido seguidas reduções de preço, o que minimiza o impacto de eventual aumento.
Enquanto penaliza ainda mais os brasileiros, Temer não se importou em distribuir R$ 15 bilhões, na semana passada a membros da CCJ, para evitar que a denúncia de corrupção passiva contra ele, apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR), seguisse adiante.
Adivinhem para quem vai sobrar?
Com informações Jornal do Commércio

 

Anúncio nas redes sociais

E eu pensei que já tinha visto de tudo, neste mundo.
Se aproveitando da vergonhosa isenção de impostos que as igrejas usufruem, um pseudo-pastor catarinense (oportunista, mas iletrado por escrever vendu ao invés de vendo, e persuazão ao invés de persuasão), mandou ver nas redes sociais, quanto à venda de um “ponto religioso”.
Isenção
De acordo com o artigo 150, inciso IV, alínea B, da Constituição Federal é vedada à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios a instituição de impostos sobre templos de qualquer culto. Portanto, as igrejas não são obrigadas a pagar nenhum tipo de imposto (IR, ICMS, COFINS e outros), em relação àquilo que arrecada.
Enquanto isso, qualquer organização comercial, empresa, recolhe imposto daquilo que vende ou pelos serviços que presta e os impostos comem o lucro dos empresários.
A igreja e outras instituições sem cunho religioso (como fundações) não têm obrigação legal de recolherem imposto sobre aquilo que arrecadam, por serem instituições sem fins lucrativos, por não prestar serviços e não comercializar produtos (teoricamente), porque não há escrituração desses valores, já que se tratam de doações.
Elas não têm de pagar Imposto de Renda (IR) sobre o valor obtido com doações, mesmo se envolverem imóveis, veículos ou jóias. Essa isenção acontece, porque os templos religiosos são considerados entidades isentas ou imunes.
Como diz o ditado: “Vivendo e aprendendo”!

Apesar do recesso, a gastança continuou
(Foto: Laycer Tomaz/Câmara)

A esbórnia dos políticos com as verbas públicas, oriundas dos impostos que nós pagamos, é uma agressão ao povo brasileiro que enfrenta problemas financeiros seríssimos, pela adoção e prática de políticas financeiras pelo governo federal, que visam somente proporcionar a eles, a continuidade da “sangria” dos cofres público em seu próprio benefício.
Partindo desta vergonhosa constatação, afora os gastos dos senadores, os deputados federais gastaram R$ 10 milhões em recursos da cota parlamentar em janeiro deste ano, mês em que a Câmara dos Deputados ficou em recesso e não teve sessões. O dinheiro é usado para dar suporte ao trabalho dos congressistas, sendo destinado a propaganda e viagens.
A informação é da coluna Painel, do site do jornal Folha de S. Paulo, de ontem (28).
Os 513 deputados desembolsaram um total de R$ 2,7 milhões para propaganda; R$ 1,3 milhão em passagens aéreas e R$ 1,1 milhão em combustível para veículos.
O valor pode ser ainda maior, já que os parlamentares têm até 90 dias para apresentar notas fiscais de despesas, que serão reembolsadas pela Casa.
A propaganda deve ser das “férias” que tiraram, com passagens e hospedagem pagas por nossa conta!
Com informações Notícias ao Minuto

Gasolina é mais barata em Ciudad de Leste (Foto: Internet)
Gasolina é mais barata em Ciudad del Leste
(Foto: Internet)

A gasolina pura importada do Brasil é vendida no Paraguai a preço bem mais abaixo do que o praticado aqui, com uma diferença pelo litro do combustível que chega a R$ 1,40, significando uma economia de cerca de 37%.
Enquanto do lado brasileiro da fronteira o litro da gasolina comum é vendido em média por R$ 3,80, na vizinha Ciudad del Este, o litro sai pelo equivalente a R$ 2,40. Outra diferença, é que no Paraguai a gasolina não tem mistura de etanol como no Brasil.
No etanol, a diferença de preço é menor: 26%. No Paraguai, o litro pode ser encontrado por R$ 2,02, enquanto em Foz do Iguaçu custa R$ 2,74.
A vantagem tem levado muitos motoristas a enfrentar as filas na Ponte Internacional da Amizade para garantir um pouco de economia. Nos últimos dias, um dos postos mais próximos à fronteira, de cada dez veículos quatro são de placas brasileiras.
A diferença nos preços ao consumidor está, entre outros, nos tributos. Segundo a Petrobras – estatal brasileira que também distribui combustível no Paraguai -, no Brasil 38% do preço pago pela gasolina são impostos.
E são os impostos que “comem o fígado” dos brasileiros e que bancam as mordomias da politicada.
Por isso, que fica difícil de vermos a enorme lista de tributos, diminuir!
Com G1

A redução não beneficia o consumidor (Imagem:Internet)
A queda nos preços não beneficia o consumidor
(Imagem:Internet)

Mesmo com a Petrobras tendo divulgado, semana passada, uma redução de 2,7% no preço do diesel e 3,2% no da gasolina nas refinarias, o consumidor brasileiro continua “pagando o pato”.
Os postos continuam praticando os mesmo preços, sob a alegação de que no caminho da refinaria até o posto, o preço dos combustíveis sofre influência de diversos fatores, como valor do etanol, dos custos de distribuição e de revenda e os tributos estadual (ICMS) e federais (Cide e PIS/Cofins).
Com a medida, os valores cobrados nas refinarias ficam alinhados às cotações internacionais, significando que a Petrobras não terá mais prejuízos ao subsidiar os combustíveis no mercado interno, praticando preços inferiores ao do exterior, como ocorreu no passado recente. Mas isso será sentido aos poucos pelo consumidor.
E a arrecadação de impostos, obviamente, sempre está em primeiro lugar.
E os consumidores que arquem com isso!