Eunício suspendeu a sessão ao meio-dia
(Brasil 247)

Suspensa desde as 12 horas, a sessão do plenário do Senado Federal que está votando o texto da reforma trabalhista de Temer, foi reaberta pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), depois que as senadoras oposicionistas Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI) ocuparam a mesa diretora e abriram a sessão, em razão de que Eunício não estava presente, a fim de cumprir o horário estabelecido para a abertura dos trabalhos, que estava marcado para as 11 horas.
A permanência delas na mesa, refere-se ao pedido para que  seja votada uma emenda, que trata quanta as gestantes e lactantes trabalharem em locais insalubres.
Acompanhe ao vivo:

https://youtu.be/b1XU50GnBUE

 

Senadoras foram impedidas de continuar a sessão
(G1)

De forma prepotente e extremamente descortês, Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado Federal, interrompeu e suspendeu há pouco, a sessão que discutia a reforma trabalhista, após senadoras da oposição ocuparem a mesa do plenário, onde fica a cadeira do senador e se recusarem a deixar o local.
Eunício Oliveira também mandou interromper a transmissão pela TV Senado e  apagar as luzes do Plenário.
As senadoras oposicionistas que ocuparam os lugares na mesa são: Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI).
Elas sentaram à mesa do plenário assim que a sessão foi aberta, por volta de 11h, quando Eunício ainda não estava no local. Pelas regras do Senado, qualquer senador pode abrir uma sessão, desde que haja quórum. Foi isso que as oposicionistas fizeram.
Contrárias à reforma trabalhista, as senadoras aproveitaram a primeira hora da sessão para passar a palavra para outros parlamentares, que discursavam contra a proposta aprovado pelo governo.
Por volta de meio-dia, quando Eunício chegou ao plenário, ele quis ocupar a cadeira que cabe a ele na mesa, a da presidência da Casa. No entanto, a senadora Fátima Bezerra, que estava sentada no lugar, não quis ceder o espaço para Eunício. Ele quis tirar o microfone da senadora. Após essa confusão, Eunício suspendeu a sessão.
Da Redação com G1 Brasília

Ministro Marco Aurélio quer Aécio fora do Senado
(STF)

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) – relator do caso -, cobrou ontem o cumprimento da decisão judicial, que determinou o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador.
Mesmo o STF ter determinado o afastamento do tucano em 18 de maio, seu nome ainda consta no painel de votação do Senado e na lista de parlamentares em exercício.
“Enquanto não alterada a decisão judicial, ela tem que ser cumprida. Mas, como parece que nessa quadra é comum deixar-se de cumprir decisão judicial, tempos estranhos, tempos estranhos”, disse o relator do caso.
Embora tenha divulgado nota ontem, afirmando que não descumpriu a decisão da Justiça, o Senado Federal disse que “aguarda, com serenidade, informações complementares de como deve proceder para o cumprimento da referida decisão”, diz a nota.
Marco Aurélio pretende ainda levar o caso no próximo dia 20 para análise dos outros quatro integrantes da Primeira Turma do STF, que devem analisar dois pedidos divergentes: enquanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) fez novo pedido de prisão de Aécio, o tucano pede para reassumir o cargo de senador. “Aí temos os extremos, a era dos extremos”, diz o ministro.
Em dezembro de 2016, Marco Aurélio afastou Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência da Casa. O Senado não deu prosseguimento à decisão do Tribunal, Renan não assinou a intimação e não deixou o cargo.